Agência da Casa Imperial: Gensho-tennō (44) foi a 44ª Imperatriz do Japão, na lista tradicional de sucessão. Isaac Titsingh, "Gensho" em Annales des empereurs du japon, Paris: Royal Asiatic Society, Oriental Translation Fund of Great Britain and Ireland p. 65-66 .
Vida
Reinou de 715 a 724. Ela foi a quinta mulher a ascender ao Trono do Crisântemo. As imperatrizes que reinaram antes Gensho foram: (1) Suiko, (2) Kogyoku (Saimei), (3) Jito (4) Gemmei; as que reinaram após Gensho foram (a) Koken (Shotoku), (b) Meisho, e (c) Go-Sakuramachi . No período Meiji, Jingo foi excluída da lista tradicional de sucessão.
Gensho foi a irmã mais velha do Imperador Mommu e filha do Príncipe Kusakabe e da Imperatriz Gemmei. Portanto, era neta do Imperador Temmu com a Imperatriz Jitō por parte de pai e neta do Imperador Tenji por parte de mãe. Antes da sua ascensão ao trono, seu nome era Hidaka-hime.Jien, The Future and the Past: A Translation and Study of the Gukanshō, an Interpretative History of Japan Written in 1219 , University of California Press, 1979 pp. 271 ISBN 9780520034600.
A sucessão da Imperatriz Gensho ao trono foi concebido como uma regência até Príncipe Obito, filho de seu irmão Mommu, se tornar maduro o suficiente para ascender ao trono. Obito se tornaria mais tarde o Imperador Shōmu. Obito foi nomeado príncipe herdeiro em 714 pela Imperatriz Gemmei. No ano seguinte, 715, a Imperatriz Gemmei, então na casa dos cinquenta anos, abdicou em favor de sua filha Gensho. Obito tinha naquela época 14 anos.
Obito permaneceu sendo o príncipe herdeiro da nova imperatriz. Fujiwara no Fuhito , o homem da Corte mais poderoso, permaneceu como Udaijin até sua morte em 720. Depois de sua morte, o Príncipe Nagaya , neto de Temmu e primo da Imperatriz Gensho, passa a ser o novo Udaijin. Esta mudança de poder foi um pano de fundo para os conflitos posteriores entre Nagaya e os quatro filhos de Fuhito durante o reinado do Imperador Shōmu.
720 (Yōrō 5, 5º mês): O Nihonshoki foi apresentado à Imperatriz Gensho. José Yamashiro. (1986). História da cultura japonesa São Paulo: Instituição Brasileira de Difusão Cultura. p. 57 Iwao, Seiichi, Teizō Iyanaga, Susumu Ishii, Shōichirō Yoshida, (2002). "Nihon-shoki" em Dictionnaire historique du Japon, p. 2032. Paris: Maisonneuve & Larose. ISBN 9782706816321; 720 (Yōrō 5, 5º mês): O Código Yōrō foi apresentado à Imperatriz. Kan'ichi Asakawa (1903). The Early Institutional Life of Japan: A Study in the Reform of 645 Tokyo: Shueisha p. 297.
A Imperatriz Gensho é tradicionalmente venerado em um memorial no santuário xintoísta em Nara. A Agência da Casa Imperial designa este local como Mausoléu de Gensho. E é oficialmente chamado de Nahoyama no nishi no misasagi.
Daijō-kan
Daijō Daijin, Toneri-shinnō (Príncipe Toneri) (舎人親王). (Nono filho do Imperador Temmu). 720–735 Sadaijin, Isonokami no Maro (石上麻呂). 708–717 Udaijin, Fujiwara no Fuhito (藤原不比等). 708–720 Udaijin, Príncipe Nagaya (長屋王). 721–724 Dainagon, Abe no Sukunamaro (阿倍宿奈麻呂). 718–720 Dainagon, Príncipe Nagaya (長屋王). 718–721 Dainagon, Tajihi no Ikemori (多治比池守). 721–730 Ver também Lista de imperadores do Japão
Gensho Gensho