thumb|260x260px Georges Léon Jules Marie Feydeau (Paris, 8 de dezembro de 1862 — Rueil-Malmaison, 5 de junho de 1921) foi um dramaturgo francês. Ficou particularmente famoso como autor de vaudeville.

Feydeau nasceu em Paris, filho do romancista Ernest-Aimé Feydeau e de Léocadie Bogaslawa Zalewska. Aos 20 anos, ele escreveu seu primeiro monólogo cômico. Quatro anos depois, ele escreveu Tailleur pour dames. Naquele mesmo ano, casou-se com Marianne Carolus-Duran, filha do famoso pintor Carolus-Duran. O casamento garantiu a estabilidade econômica para Feydeau escrever suas obras. No entanto, após 15 anos, o casal se divorciou em 1916.

Feydeau ficou interessado em farsas em 1890, estudando as obras de Eugène Labiche, Henri Meilhac e Alfred Hennequin. Esses artistas o inspiraram a escrever sua obra bem sucedida Champignol malgré lui (1892). Após a estréia deste trabalho, Feydeau ganhou fama em nível nacional e internacional e até mesmo algumas de suas obras foram lançadas no exterior em outras línguas antes de serem apresentadas na França.

Feydeau escreveu mais de 60 trabalhos. Entre os mais famosos são: La Puce à l'Oreille (1907), Cuide de Amelia (1908), O sistema Ribadier (1892), La Dame de chez Maxim (1899) e Hortense a dit: "Je m'en fous!" (1916). Da mesma forma, suas farsas L'Hôtel du libre échange (1894) e Le Dindon (1896) também eram populares.

Embora muitos críticos da época considerassem que suas obras eram entretenimento leve, Feydeau é reconhecido como um dos grandes dramaturgos franceses. Suas obras influenciaram os movimentos surrealistas e Dadaísta e o teatro do absurdo.

Apesar de seu sucesso como dramaturgo, seu alto estilo de vida, jogos de azar e o fracasso de seu casamento causaram grandes problemas econômicos. Durante o inverno de 1918, Feydeau contraiu sífilis. Ele morreu três anos depois, aos 58 anos e foi enterrado no Cemitério de Montmartre.

Peças de teatro 1882: Par la fenêtre 1883: Amour et piano; Gibier de potence 1886: Fiancés en herbe; Tailleur pour dames 1887: La lycéenne 1888: Un bain de ménage; Chat en poche; Les fiancés de Loches 1889: L'affaire Édouard 1890: C'est une femme du monde Le mariage de Barillon 1892: Monsieur chasse!; Champignol malgré lui; Le Système Ribadier 1894: Un fil à la patte; Notre futur; Le Ruban; L'hôtel du libre échange 1896: Le dindon; Les pavés de l'ours 1897: Séance de nuit; Dormez, je le veux! 1899: La dame de chez Maxim 1902: La duchesse des Folies-Bergères 1904: La main passe 1905: L'âge d'or 1906: Le bourgeon 1907: La Puce à l'oreille 1908: Occupe-toi d'Amélie; Feu la mère de madame 1909: Le circuit 1910: On purge bébé 1911: Mais n'te promène donc pas toute nue!; Léonie est en avance ou le Mal joli 1911: Cent millions qui tombent (inacabada) 1913: On va faire la cocotte (inacabada) 1914: Je ne trompe pas mon mari 1916: Hortense a dit: "Je m'en fous!"

Monólogos La Petite Révoltée Le Mouchoir Un coup de tête J'ai mal aux dents Trop Vieux Un monsieur qui n'aime pas les monologues Aux antipodes Patte en l'air Le Petit Ménage Le Potache Le Billet de mille Les Célèbres Le Volontaire Le Colis Les Réformes L'Homme économe L'Homme intègre Les Enfants Tout à Brown-Séquard ! Le Juré Un monsieur qui est condamné à mort Complainte du pauv'propriétaire

Peças inéditas L'Amour doit se taire L'Homme de paille (não confundir com a peça homónima de Eugène Labiche) Deux Coqs pour une poule À qui ma femme? Monsieur Nounou

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