O Mexilhão (Portugal,1931) é uma peça de teatro de revista que estreou no Teatro Variedades, e da qual se tornaram populares as cantigas "O Burrié" e "Teodoro, não vás ao sonoro".
A revista Estreada no dia 6 de Novembro de 1931, no Teatro Variedades, a revista O Mexilhão, era composta por 2 actos e 16 quadros, escritos pelos autores Almeida Amaral, João Silva Tavares e Xavier de Magalhães. A parte musical ficou a cargo dos compositores Frederico de Freitas, Raul Portela e Ramon Torralta; e os figurinos foram desenhados por Pinto de Campos.
No mesmo ano em que a revista sobe ao palco, estreia o primeiro filme sonoro português, A Severa. Este marco é assinalado pelo espectáculo com a cantiga Teodoro, Não Vás ao Sonoro, interpretada por Corina Freire, cuja música era composta por Fernando Carriedo e a letra escrita por Alexandre Salvador.
Encenada por Álvaro Pereira e coreografada por Francis Graça, a peça de revista contou com a participação de artistas como Barroso Lopes, Beatriz Costa, Corina Freire, Joaquim Prata e Ribeirinho, entre outros.
Recepção A canção "O Burrié" cantada por Beatriz Costa, e composta por Raul Ferrão, torna-se num grande sucesso popular. Outro grande sucesso foi o tema "Teodoro, não vás ao sonoro" cantado por Corina Freire, acompanhada em palco pelo bailarino Francis Graça.
Referências
Ligações externas RTP Palco | História do Teatro de Revista em Portugal: A Revista nos Primeiros Anos do Salazarismo (2021) Corina canta Teodoro não vás ao sonoro
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