Umberto Giordano (Foggia, 28 de agosto de 1867 — Milão, 12 de novembro de 1948) foi um compositor italiano que se dedicou eminentemente à composição de óperas.

Matriculou-se no Conservatório de Nápoles em 1882, apesar de seu pai não concordar. Estudou com Paolo Serrao e escreveu sua primeira ópera, Marina para um concurso acadêmico. Tempos depois, escreveu Mala Vita, ópera do verismo italiano a respeito de um homem que promete devolver a dignidade a uma prostituta caso ela se cure da tuberculose. Esta ópera provocou escândalos durante sua representação em Roma, em 1892, e atingiu mais popularidade na Áustria e na Alemanha. Giordano tentou aproximar-se mais do romantismo com a ópera Regina Diaz (1894), que fracassou.

Giordano, então, voltou a investir no verismo com sua obra mais famosa até hoje, Andrea Chénier (1896), baseada na vida do poeta francês André Chénier. Fedora (1898) foi também uma obra bem sucedida e ainda apresentada atualmente, mas bem mais raramente. Sua obra posterior é pouco conhecida, embora ocasionalmente seja ainda representada.

O teatro mais importante de Foggia é dedicado a ele. Há também lá uma praça com seu nome, na qual alguns monumentos retratam suas obras mais famosas.

Outras obras Mala Vita (1892) Il Voto (1902) Siberia (1903, revisada en 1927) Marcella (1907) Mese mariano (1910) Madame Sans-Gêne (1915) La cena delle beffe (1924) Il Re (1929) La festa del Nilo (incompleta)

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