A Rodovia do Café, oficialmente denominada Rodovia do Café Governador Ney Braga , é um percurso rodoviário no estado do Paraná que liga o noroeste do estado com o litoral. Recebeu esse nome por ter sido o principal tronco de escoamento da safra de café para exportação, quando essa era a mais importante cultura agrícola do estado. Pode-se afirmar que a Rodovia do Café é o percurso que liga a cidade de Apucarana com a cidade litorânea de Paranaguá. Entre Apucarana e Curitiba, passando por Ponta Grossa, a rodovia era administrada pela concessionária CCR RodoNorte até o dia 27 de Novembro de 2021, após 24 anos de concessão . No ano de 2024 houve o retorno gradual da operação após os leilões dos primeiros lotes . Desde Abril de 2025, o trecho entre Balsa Nova e Mandaguari passou a ser responsabilidade da Concessionária PRVias, fazendo parte do programa federal de concessões denominado Lote 3 de Rodovias do Paraná.

Modernamente, a Rodovia do Café está associada à PR-577, partindo do Porto São José (Porto Rico), parte da BR-376 que faz o trajeto entre o noroeste do Paraná, passando por cidades como Nova Londrina, Maringá, Mauá da Serra, Ponta Grossa à Curitiba e finalizando no trecho da BR-277 entre a capital paranaense e a cidade litorânea de Paranaguá, no entanto, esse trecho é mais conhecido como "Estrada das Praias" ou "Estrada para Paranaguá", tendo um projeto de lei qual previa o nome Rodovia Engenheiro Lysímaco Franco Ferreira da Costa .

Historicamente, seria correto afirmar que a Rodovia do Café é formada pelos seguintes segmentos rodoviários, que ligam Apucarana a Paranaguá:

BR-376: Trecho entre Apucarana e São Luiz do Purunã, passando pelas cidades de Califórnia, Marilândia do Sul, Mauá da Serra, Ortigueira, Imbaú e Ponta Grossa. BR-376 e BR-277: Trecho comum às duas rodovias, entre São Luiz do Purunã, onde se encontram, e Curitiba, passando pela cidade de Campo Largo. BR-277: Trecho entre Curitiba e Paranaguá.

A continuação da BR-376 que segue de Apucarana até a cidade de Dourados, no centro-sul do Mato Grosso do Sul, pode ser considerada parte integrante da Rodovia do Café. Esse percurso passa por importantes cidades paranaenses, como Mandaguari, Marialva, Sarandi, Maringá, Nova Esperança e Paranavaí, chegando às cidades menores de Nova Londrina e Diamante do Norte, próximas à fronteira com o Mato Grosso do Sul.

Já o outro extremo da BR-376, trecho entre Curitiba e Garuva, em Santa Catarina, denominada Rodovia Henrique Herwig , não tem qualquer relação com a Rodovia do Café.

Trechos que estão duplicados (duas faixas em cada sentido): Curitiba — Ponta Grossa (localidade de Conchas Velhas): ~114 km Curitiba — Paranaguá: ~90 km Maringá — Mandaguari: ~31 km Serra do Cadeado — Trecho já duplicado pela concessionária CCR RodoNorte no município de Mauá da Serra: ~12 km

Entre 1997 e 2021, a Rodovia do Café, trecho entre Apucarana e Curitiba, fazia parte do Lote 5 do Anel de Integração do Paraná, sob concessão da CCR RodoNorte. A concessionária administrava a rodovia, mantendo serviços de guincho mecânico e Atendimento Médico Pré-Hospitalar. Era também responsável pelas obras de pavimentação e controle de tráfego. Segundo o Guia Quatro Rodas 2011 foi considerada uma das três melhores rodovias do Sul do Brasil.

Ver também Porto de Paranaguá Lista de rodovias do Brasil

Ligações externas Página no Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR)

Páginas no Ministério dos Transportes

Página da concessionária CCR RodoNorte

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