Thierry Roussel (Neuilly-sur-Seine, 16 de Fevereiro de 1953) foi o quarto marido de Christina Onassis e o homem com quem ela teve sua única filha, Athina. Ele é melhor conhecido por ter sido outrora o co-fiduciário da famosa fortuna de sua filha mais velha, tendo se envolvido em diversos obstáculos legais com os outros quatro restantes co-fiduciários. A maioria dessas disputas terminaram em 1999, quando a corte de Vaduz ordenou a transferência da administração da herança de Athina à firma de auditoria KPMG Fides, em Lucerna.

Biografia Família Nascido numa rica família industrial francesa, em Neuilly-sur-Seine, Thierry é filho de Henri Julien Gaston Roussel e de sua esposa, Francine Grinda. Ele tem duas irmãs: Patricia e Christine, que é casada com o Duque de Chevreuse,e é primo de Stéphane de Rochechouart-Bolloré, filho da Duquesa de Anjou e sobrinho do Príncipe da Prússia. Um de seus tios é o veterano jogador de tênis da Copa Davis Jean-Noël Grinda. A família Roussel é parte da corporação farmacêutica Roussel Uclaf, famosa pelo projeto do abortifaciente RU-486 (Mifepristone).

Primeiro casamento Thierry casou-se com Christina Onassis em 1984. A lua-de-mel deles foi no Caribe. O casamento que parecia um conto de fadas terminou em divórcio no ano de 1988. Christina era a mulher profundamente apaixonada pelo marido, enquanto que Thierry era o playboy e explorador de fortuna. De fato, havia sérios problemas entre eles: Thierry tinha um relação extraconjugal com a modelo sueca Gaby Landhage, que deu luz a dois filhos (do total de três) enquanto Roussel era casado com Christina. Eles começaram os procedimentos de divórcio oito meses depois do nascimento de Athina. Thierry e Gaby têm três filhos juntos: Erik Christophe Roussel (nascido em Julho de 1985) Sandrine Roussel (nascida em Maio de 1987) Johanna Roussel (nascida em Julho de 1991)

Carreira de negócios Thierry foi frequentemente ridicularizado na mídia por suas escolhas de negócios questionáveis. A mais lendária delas foi um investimento desastroso em fazendas de morangos em Portugal. A Agência de Notícias de Atenas, em 1998, disse que o resultado foi a falência. A jornalista norte-americana Diane Sawyer investigou a situação, com base numa entrevista com Athina Roussel naquele ano, e concluiu que Thierry, na verdade, não tinha falido, mas sim vendido os morangos por um preço abaixo do que esperava vender. De acordo com a Forbes, ele perdeu US$ 30 milhões. Roussel usou sua companhia, Oderfruta, para investir nas fazendas, com um subsídio emprestado da União Europeia, que esperava que a companhia criasse empregos e estimulasse a economia numa das regiões mais pobres de Portugal. Roussel ainda pediu dinheiro emprestado do Estado português e de um banco, mas em 1994 o risco não foi satisfatório.

Thierry não deixou o fiasco desencorajá-lo. Ele tentou fazer outros tipos de negócios, de uma agência de modelagem em Paris à reprodução de cavalos. Esta última naturalmente tornou-se a raíz da paixão de sua filhas (Athina e Sandrine) por saltos de obstáculos. Elas cavalgavam em competições, onde ele era fotografado frequentemente.

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