João Vário (Mindelo, São Vicente, 7 de Junho de 1937 — Mindelo, São Vicente, 7 de Agosto de 2007), principal pseudónimo de João Manuel Varela, que também assinou como Timóteo Tio Tiofe e Geuzim Té Didial, foi um escritor, neurocientista, cientista e professor cabo-verdiano.Serrano (2007)

Estudou medicina nas universidades de Coimbra e de Lisboa e doutorou-se na universidade de Antuérpia, na Bélgica, onde foi investigador e professor de neuropatologia e neurobiologia. Ao jubilar-se, regressou à sua Mindelo natal.

Obras Deixou uma obra poética extensa, mas ainda pouco conhecida do grande público. Foi muito influenciado pela cultural ocidental, tendo como referências Saint-John Perse, T. S. Eliot, Ezra Pound, Aimé Césaire, Dante e a própria Bíblia.

Exemplos 1-9, de João Vário, volume que reúne os Exemplos Geral (1966), Relativo (1968), Dúbio (1975), Próprio (1980), Precário (1981), Maior (1985), Restreint (1989), Irréversible (1989), e Coevo (1998). O Primeiro e o Segundo Livros de Notcha (poesia), de Timóteo Tio Tiofe. Contos da Macaronésia, de G. T. Didial. O Estado impenitente da Fragilidade (romance), de G. T. Didial.

Bibliografia

SERRANO, Luís. «João Vário, Esse Grande Escritor Cabo-Verdiano». Aveiro: 2007, in O Portal das Memórias de África e do Oriente.

Ligações externas Na morte de João Vário - Exórdio a um poema, por José Luiz Tavares Para exemplo (coevo) de João Vário, por António Jacinto Pascoal Exemplo barroco: o paradigma poético de João Vário, por Rui Guilherme Gabriel Sair do paradigma da dívida, a partir da leitura de João Vário, por Silvina Rodrigues Lopes

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