A Praça da República é uma importante praça situada no bairro de Santo Antônio, no Recife, Pernambuco, Brasil.

Localiza-se no extremo norte do bairro, na Ilha de Antônio Vaz, sendo margeada noroeste, norte e nordeste pelo ponto de junção dos rios Capibaribe e Beberibe.

Na Praça da República estão edificados:*O mais antigo jardim público do RecifeOvermundo O Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual; O Teatro de Santa Isabel; O Palácio da Justiça. O Liceu de Artes e Ofícios de Pernambuco

Nove estátuas de deusas greco-romanas, produzidas em 1863 pela fundição francesa JJ Ducel et Fils e assinadas pelo escultor Eugène-Louis Lequesne, ali estão como guardiãs do lugar.FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife: Governo do Estado de Pernambuco - Secretaria de Educação e Cultura, 1977. Il. São elas: Ceres, a Deusa da fertilidade; Diana, Deusa da Caça (duas esculturas); Flora, Deusa das Flores; Juno, rainha dos deuses do Olimpo, protetora das mulheres e o casamento; Minerva, Deusa das artes e Ciências; Níobe, Vesta e Têmis, que são consideradas as Deusas da justiça.

Ali também se encontra um centenário baobá que — acredita-se — foi fonte de inspiração a Antoine de Saint-Exupéry, ao escrever O Pequeno Príncipe.Saint-Exupéry

História thumb|250px|right|Baobá da Praça da República.Ao fundo, vê-se o Palácio do Campo das Princesas. thumb|250px|right|A Praça da República está localizada na Ilha de Antônio Vaz (foto). A Praça da república já teve várias denominações.

O conde Maurício de Nassau construiu ali o Palácio de Friburgo, ou Palácio das Torres.Fundação Joaquim Nabuco Com sua destruição, no século XVIII, o local passou a ser denominado: Campo do Palácio Velho.

Depois, quando a tesouraria da Capitania de Pernambuco ali se instalou, onde antes era o Palácio das Torres, passou a ser chamado: Campo do Erário.

Durante a Revolução de 1817, passou a ser denominado: Campo da Honra. Foi ali, sob esta denominação, que foram executados: Antônio Henriques Rabelo; Padre Antônio Pereira; Amaro Gomes Coutinho; Domingos Teotônio Jorge; José de Barros Lima, o Leão Coroado; José Peregrino Xavier de Carvalho; e o Vigário Tenório.

Com a construção do Palácio do Governo, mudou a denominação para: Largo do Palácio.

Esta denominação mudou, com a visita de Dom Pedro II, para Campo das Pincesas.

Finalmente, com a Proclamação da República, tomou a atual denominação.

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