Corpo-seco (também conhecido como Unhudo) é uma lenda que faz parte do folclore brasileiro e do folclore ibérico. É descrito como um cadáver ressequido que é expulso da terra como punição por pecado excepcionalmente grave. Em histórias em que o espírito deixa o corpo-seco, é também chamado de Bradador em Portugal, no Paraná, Santa Catarina e parte do interior de São Paulo. miniaturadaimagem|História oral sobre corpo-seco, contada por um morador que vive em São Bento do Sapucaí, que fica no interior do estado de São Paulo, sendo seu nome Manoel "Manoel Tropeiro" Macedo dos Santos.
Descrição
Conforme Câmara Cascudo:
Sendo descrito por Basílio de Magalhães como:
Relatos Em Ituiutaba, interior de Minas Gerais, há uma variação desta lenda: conta-se que o corpo-seco habita o Morro São Vicente, ao sul do município, que ficou popularmente conhecido como a "Serra do Corpo-Seco", onde foi enterrado e que assusta as pessoas durante a noite.
Em Pouso Alegre, Minas Gerais, a lenda do Corpo-seco é de que ele habita um casarão e assombra as fazendas.
Em São Luiz do Paraitinga, São Paulo houve o relato do Corpo-seco como um homem mau que negou esmolas e agrediu frades mendicantes e foi amaldiçoado por eles. Após sua morte seu corpo teria se tornado um Corpo-seco e levado para fora do cemitério para a região que assombraria.
Em Dois Córregos, São Paulo há na tradição oral o mito do Unhudo de Pedra Branca.
Bibliografia
Categoria:Lendas do Brasil Categoria:Folclore do Paraná Categoria:Folclore do estado de São Paulo Categoria:Folclore de Portugal