Mi bemol maior (abreviatura no sistema europeu Mi♭ M e no sistema americano E♭) é a tonalidade que consiste na escala maior de mi bemol, e contém as notas mi bemol, fá, sol, lá bemol, si bemol, dó, ré e mi bemol. A sua armadura contém três bemóis. A sua tonalidade relativa é dó menor, e a sua tonalidade paralela é mi bemol menor.

Usos Devido à Sinfonia Heróica (de Ludwig van Beethoven) ser mi bemol maior, esta tonalidade é associada com o heroísmo, ainda que por vezes possa ter um sentimento de doce e romântico, como ocorre na sinfonia n.º 4 de Bruckner, ou ser usada de maneira majestática como no Concerto para saxofone alto e orquestra de cordas.

Esta tonalidade é mais fácil de tocar em metais, que geralmente é um timbre que se usa para dar a ideia de bravura. Assim, são tocadas em mi bemol maior: três dos concertos para trompa de Mozart, o famoso concerto para trompete de Joseph Haydn e a Sinfonia n.º 4 de Anton Bruckner, com seu proeminente tema em trompa no primeiro movimento. Outra obra heróica famosa na tonalidade de mi bemol maior é o poema sinfónico Ein Heldenleben (Uma Vida de Herói) de Richard Strauss. Também é uma tonalidade muito comum na música gospel. Mi bemol é enarmónico de ré sustenido.

Composições clássicas em mi bemol maior Sinfonia “Heróica” (de Ludwig van Beethoven) Concerto para piano n.º 5 “Imperador” (de Ludwig van Beethoven) Concerto para trompete (de Joseph Haydn) Sinfonia n.º 4 (de Anton Bruckner) Sinfonia n.º 8, “Sinfonia dos Mil” (de Gustav Mahler) Uma Vida de Herói (de Richard Strauss) A grande Porta de Kiev (o último movimento de Quadros de uma Exposição, de Modest Mussorgsky, na versão orquestral de Maurice Ravel). A Sinfonia Inacabada, ou "Sinfonia Nº 7", de Tchaikovsky. O Concerto para saxofone alto e orquestra de cordas de Alexandr Glazunov.

Referências David Wyn Jones, "The Beginning of the Symphony," capítulo A Guide to the Symphony editado por Robert Layton. Oxford University Press.

Mi bemol maior Categoria:Escalas maiores

he:סולם מז'ורי#מי במול מז'ור