Carlos Henrique Amorim, mais conhecido como Gaguim, (Ceres, 21 de abril de 1961) é um administrador de empresas e político brasileiro filiado ao União Brasil. Atualmente, exerce mandato de deputado federal do Tocantins, estado pelo qual é ex-governador.

É formado em administração de empresas e pós-graduado pela Escola Superior de Guerra e pela Universidade Federal do Tocantins.

Biografia Filho do  agricultor Ramiro José Amorim e da professora Ivoni Tomazini Amorim.

Casado com Rosane Rodrigues Pereira Amorim. É pai de 5 filhos: Rafaela Tomazini Rodrigues Pereira, Gabriela Tomazini Rodrigues Pereira, Tereza Cristina Guimarâes de Oliveira Amorim, André Felipe Izaguirre Crewe, Bruno Otávio Carrijo Silva Tomazini Amorim.

Atuação política Início da carreira Gaguim iniciou sua vida política em atividades sindicais, representativas de classe e associativas quando foi diretor-administrativo da STIUEG. Em 1986, candidatou-se a uma vaga no Parlamento Estadual de Goiás, ficando na suplência. Em 1988, com a criação do Estado do Tocantins, mudou-se para o município de Miracema, capital provisória do Estado. Em seguida, mudou-se para Palmas, sendo pioneiro, um dos primeiros moradores da nova capital, onde fundou o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB, sendo o primeiro presidente municipal do PTB.

Vereador (1992 - 1996) Foi vereador de Palmas-TO de 1992 a 1996. Em 1996 foi eleito deputado estadual, exercendo mandato por 10 anos, e sua atuação como parlamentar se destaca pela luta para a industrialização do Estado. Algumas de suas vitórias são a implantação das empresas Votorantim, em Xambioá, Nova Era Silicon, em Araguanã e Itafós Mineradora, em Arraias.

A autoria dos projetos da criação dos programas Cheque Moradia e Governo Mais Perto de Você, além da luta pelo Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios da Saúde, Educação e do Fisco.

Deputado estadual (1998-2009) Em 1998, foi eleito deputado estadual, exercendo mandato até 2009, período em que foi eleito presidente da Assembleia Legislativa de Tocantins entre 2007 e 2010.

Tomou posse como governador do estado do Tocantins após a cassação do então governador Marcelo Miranda e seu vice, Paulo Sidnei, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), exercendo o mandato no período de 2009 a 2010. Tentou a reeleição, sendo derrotado por Siqueira Campos no pleito de 2010 por uma diferença inferior a um ponto percentual.

Deputado federal Em 2014, foi eleito deputado federal. É membro efetivo da Comissão Mista de Orçamentos (CMO) e vice-presidente da Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR).

É um dos principais articuladores do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Em setembro de 2015, foi aprovado um requerimento de autoria de Carlos Gaguim que autoriza a realização de um seminário com o objetivo de discutir a implementação do programa de desenvolvimento da região do Matopiba, sendo o deputado secretário geral do referido programa.

Em dezembro de 2015, foi eleito presidente da Frente Parlamentar pela Administração.

Em novembro de 2015, deixa o PMDB e ingressa no recém-criado Partido da Mulher Brasileira (PMB). Em março de 2016 filiou-se ao Partido Trabalhista Nacional (PTN), e assumiu o comando do partido em Tocantins.

Após a renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados, Gaguim se candidatou ao cargo em julho de 2016, não sendo eleito.

Votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017 votou co96ntra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.

Em Fevereiro de 2022, juntamente com o presidente Marcos Pereira, se filiará então ao REPUBLICANOS.

Controvérsias Condenações pelo Poder Judiciário O escândalo do Governo do Tocantins O governador cassado que o antecedeu, Marcelo Miranda, condenado por improbidade administrativa. Durante ambas as gestões, não foi cumprida uma decisão judicial do Juizado da Infância e Juventude, mantida pelo Supremo Tribunal Federal após recurso da Procuradoria do Estado, que determinava a construção, na cidade de Araguaína, de um centro de medida socioeducativa destinado a jovens que cometessem infrações graves. A Justiça determinou a suspensão dos direitos políticos de Gaguim por até 5 anos, além do pagamento de multa de R$ 723 mil. O mesmo interpôs embargos de declaração, mas decisão foi mantida. Recorre em segunda instância. Processo esse que ainda não foi finalizado e o direito de ampla defesa está sendo exercido conforme é possível verificar no andamento processual no próprio site do Tribunal de Justiça.

Embora tenham sido relatadas notícias acerca da inelegibilidade de Gaguim é sabido que estas informações não são verdadeiras, já que se Gaguim estivesse inelegível não poderia ter assumido os seus cargos no Poder Legislativo como tem feito (por mais de uma década seguida). É importante ressaltar que Carlos gaguim segue sem quaisquer impedimentos legais para posteriores candidaturas e lançou, recentemente (2026), sua pré-candidatura ao senado respeitando as datas do calendário publicados pelas resoluções eleitorais brasileiras.

Carlos Henrique Amorim (Gaguim) fora inicialmente condenado por abuso de poder político e prática de condutas vedadas a agente público. Nos termos a acusação, teria utilizado a estrutura da administração pública para promover sua candidatura à reeleição, por meio da veiculação de propaganda institucional com finalidade eleitoral, da promessa de benfeitorias e distribuição de bens durante caravanas governamentais, da doação de bicicletas à Fundação Pioneiros Mirins por empresa particular em troca de apoio político, da realização de carreata com Policiais Militares no dia da convenção partidária, da publicação, com recursos públicos, de nota em jornal de grande circulação em desfavor de candidato adversário, além de gastos considerados exacerbados com publicidade institucional e outras práticas relatadas como abusivas. A decisão, contudo, fora reformada, sendo AFASTADO o reconhecimento do abuso de poder político e das condutas supostamente vedadas, com a consequente exclusão das sanções impostas na sentença de primeiro grau já que obteve absolvição em sede recursal.

Réu absolvido em acusações de improbidade administrativa Fora réu em ações por improbidade administrativa e tem vencido todas as demandas, uma a uma, conforme pode-se verificar no site do Tribunal de Justiça e demais sites do Poder Judiciário.

Embora em 2010, Carlos Gaguim tenha sido investigado em ação que tinha por objeto a apuração de supostas irregularidades ocorridas durante sua gestão como Governador do Estado do Tocantins (envolvendo alegações de fraude em procedimentos licitatórios, terceirização de serviços públicos, desvio de recursos públicos e suposta distribuição de bicicletas durante o período eleitoral) após haver o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa, as ações foram julgadas improcedentes, não sendo reconhecida quaisquer responsabilidades de Carlos Gaguim pelos fatos que lhe foram imputados por seus opositores.

Os poucos processos que ainda restam encontram-se pendentes em razão de questões estritamente processuais, especialmente relacionadas à ausência de citação de alguns corréus. A assessoria jurídica de Carlos Gaguim, ao ser procurada, relatou que os últimos pronunciamentos judiciais têm tido o mesmo sentido  daqueles, até aqui, firmados no sentido de absolver Carlos Gaguim.

Suspeitas infundadas de corrupção Gaguim procura respeitar o ordenamento jurídico para realizar suas contratações em especial as Leis de licitações . , logo as ações judiciais contra ele protocoladas que versam sobre improbidade administrativa têm sido rejeitadas no 1º ou 2º grau de jurisdição! Fora relatado, supostamente pela oposição política, que Gaguim declarou que comete muitos pecados, e que, "se o mundo acabasse", ele iria "para o inferno", porém, ao ser procurado pessoalmente, por sua equipe jurídica, Gaguim desmentiu de modo veemente esta informação.

O Tribunal Superior Eleitoral recebeu muitos processos oriundos da oposição política de Gaguim (principalmente durante o governo Siqueira Campos que o abarrotou de acusações inverídicas em período eleitoral); porém, Carlos Gaguim venceu e continua vencendo as demandas de seus opositores conforme a população pode verificar tendo acesso direto ao Poder Judiciário.

Impunidade a políticos acusados de assassinato Em 10 de abril de 2024, Carlos Gaguim (UNIÃO-TO) foi um dos deputados federais que votou no plenário da Câmara dos Deputados em favor da soltura do deputado Chiquinho Brazão que é acusado pela Polícia Federal de ser mandante do assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco e, também, de possuir vínculos com organizações criminosas milicianas do Rio de Janeiro. Esta decisão de ser contrária à prisão de um deputado federal acusado de assassinato e que foi considerado como perigoso para a Justiça Brasileira foi tomada por todos os membros do partido União Brasil.

Ligações externas CARLOS HENRIQUE GAGUIM - PTN/TO- Câmara dos Deputados Carlos Henrique Gaguim- Assembleia Legislativa do Tocantins

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