Museu Casa do Sertão é um museu localizado dentro do campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), ao qual pertence, e inaugurado em 30 de junho de 1978; foi construído pelo Lions Clube de Feira de Santana e posteriormente doado à Universidade.
Composto por um acervo bibliográfico, memorial e histórico, incentiva a realização do resgate da cultura da microrregião do município de Feira de Santana, no estado brasileiro da Bahia.
Estrutura e serviços Parte integrante do Centro de Estudos Feirenses (CENEF), entidade responsável pelos estudos da história do município de Feira de Santana.
De 1995 a 1996, o museu sofreu uma ampla reforma, multiplicando por três a sua área construída, que passou de 212,72 metros quadrados para 708,46 metros quadrados.
O Museu possui um acervo iconográfico, com 1.169 peças em couro, cerâmica, metal, madeira, fibras e matrizes de xilogravuras.
Durante a Pandemia de Covid-19, em 2020, o espaço passou a realizar sua atividade de "contação de histórias" do programa "Sexta Divertida" no meio virtual.
Pavimentos Sala do Artesanato (Acervo Iconográfico) Sala Eurico Alves Boaventura (Acervo do Couro) Sala Dival da Silva Pitombo (Exposições Temporárias) Sala da Administração Centro de Estudos Feirenses Núcleo de Literatura de Cordel (em implantação) Biblioteca Setorial Reserva Técnica Pavilhão Anexo (peças de grande porte) Anjuká
Anjuká miniaturadaimagem|Placa da porta de entrada da sala do Anjuká no Museu Casa do Sertão Desde 2019, o Museu Casa do Sertão abriga o Anjuká – Centro de Memória dos Povos Indígenas do Nordeste, espaço dedicado à preservação, pesquisa e difusão da memória e das culturas indígenas da região. Seu acervo reúne objetos etnográficos, documentos, materiais iconográficos, audiovisuais e bibliográficos relacionados a diferentes povos indígenas do Nordeste, com destaque para aqueles representados no corpo discente da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), como Tuxá, Pankararú, Kaimbé, Truká, Tumbalalá, Pankará, Tupinambá, Fulni-ô, Pataxó Hã-Hã-Hãe e Atikum.
O centro teve origem em 2014, a partir das discussões desenvolvidas no projeto de extensão Antropologia dos Povos Indígenas (PROEX-UEFS), coordenado por Patrícia Navarro de Almeida Couto, em diálogo com estudantes indígenas da universidade e com a então Comissão de Ações Afirmativas da UEFS. O nome Anjuká deriva da língua Dzubukuá, da família linguística Kariri (tronco Macro-Jê), sendo uma das denominações da jurema (Mimosa tenuiflora), planta de importância ritual para diversos povos indígenas do sertão nordestino.
Ver também Universidade Estadual de Feira de Santana Franklin Maxado
Ligações externas
Sobre o museu
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