thumb|300px|O Fermento.Gravura de Jan Luyken na Bíblia de Bowyer. A Parábola do Fermento é uma das mais curtas parábolas de Jesus. Ele aparece em dois dos evangelhos sinóticos do Novo Testamento. As diferenças entre e são pequenas e as duas parábolas podem ser derivadas da mesma fonte. Em ambos os evangelhos, ela segue imediatamente após a parábola do grão de mostarda, com quem compartilha o mesmo tema, o Reino de Deus que cresce de pequenos começos.

Uma versão da parábola também ocorre no apócrifo Evangelho de Tomé O Evangelho de Tomé: Lamb translation and Patterson/Meyer translation. Em inglês (06/06/2011)..

Narrativa bíblica Em Mateus:

Em Lucas:

Evangelho de Tomé No Evangelho apócrifo de Tomé:

Interpretação Esta parábolaBen Witherington, Women in the Ministry of Jesus: A study of Jesus' attitudes to women and their roles as reflected in his earthly life, Cambridge University Press, 1987, ISBN 0-521-34781-5, p. 40–41. Em inglês (06/06/2011). compartilha do mesmo sentido que a anterior, a parábola do grão de mostarda, ou seja, o crescimento forte do Reino de Deus a partir de pequenos começos.I. Howard Marshall, The Gospel of Luke: A commentary on the Greek text, Eerdmans, 1978, ISBN 0-8028-3512-0, pp. 561–562. Em inglês (06/06/2011). O resultado final é inevitável, uma vez que o processo natural de crescimento já começou.John Nolland, The Gospel of Matthew: A commentary on the Greek text, Eerdmans, 2005, ISBN 0-8028-2389-0, p. 553–554. Em inglês (06/06/2011).

Embora o fermento simbolize influências malignas em outras partes do Novo Testamento (),, ele não é geralmente interpretado dessa maneira nesta parábola.John Calvin, Commentary on Matthew, Mark, Luke - Volume 2.Em inglês (06/06/2011).Daniel J. Harrington, The Gospel of Matthew, Liturgical Press, 1991, ISBN 0-8146-5803-2, p. 205. Em inglês (06/06/2011). No entanto, alguns comentaristas vêem o fermento como reflectindo influências corruptas no futuro da Igreja.Herbert Lockyer, All the Parables of the Bible, Zondervan, 1988, ISBN 0-310-28111-3, p. 190. Em inglês (06/06/2011).

Tal como acontece com Dracma Perdida, esta parábola é parte de um par, em que a primeira descreve a obra de Jesus em termos de atividades agrícolas de um homem e a segunda em termos das atividades domésticas de uma mulher. Joel B . Green escreve que Jesus "pede às pessoas - homens ou mulheres, privilegiados ou camponeses, não importa - que entrem no domínio das mulheres e donas de casa do primeiro século para que ganhem uma nova perspectiva sobre o domínio de Deus. " Joel B. Green, The Gospel of Luke, Eerdmans, 1997, ISBN 0-8028-2315-7, p. 527. Em inglês (06/06/2011).

A grande quantidade de farinha pode sugerir uma ocasião festiva planejada, pois o pão produzido poderia alimentar uma centena de pessoas.

A Bíblia de Jerusalém comenta a passagem por meio de um Nota de RodapéA Bíblia de Jerusalém, também indica leituras correlatas: e , que são úteis para saber, que, em outras passagens do Novo Testamento, "fermento" é o símbolo de algo negativo., que afirma que:

A Edição Pastoral da Bíblia comenta a passagem por meio de um Nota de RodapéCapítulo 13 do Evangelho segundo Mateus, acesso em 16 de junho de 2013. a , que afirma que:

A Bíblia do Peregrino comenta a passagem por meio de Notas de Rodapé a e a , nas quais observa que: trata-se de uma variante doméstica da Parábola do Grão de Mostarda; sugere o ocultamento de uma minoria na massa e o contraste entre o tamanho e a eficiência; quando considerada em conjunto com a Parábola do Grão de Mostarda, observam-se duas parábolas concisas (comparações simples, sem armação narrativa) que ilustram o dinamismo do Reinado de Deus e do anúncio da boa notícia, em um contexto no qual: a primeira contém uma alusão hiperbólica a o cedro magnífico referido em .

A Tradução Ecumênica da Bíblia comenta a passagem por meio de uma Nota de RodapéA Tradução Ecumênica da Bíblia, também indica leituras correlatas: e , que são úteis para saber, que, em outras passagens do Novo Testamento, "fermento" é o símbolo de algo negativo. a , na qual observa que: trata-se de parábola que complementa a Parábola do Grão de Mostarda; não se deve fixar o interesse na paciência exigida para que o levedo transforme a massa, mas no contraste entre a pequena quantidade de levedo e o grande efeito (crescimento da massa).

Ver também

Parábola do Grão de Mostarda Harmonia evangélica

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