O Museo de Bellas Artes de Asturias foi inaugurado em 19 de maio de 1980 abriga obras cobrindo o período desde a Idade Média, Século XIV, até a Idade Contemporânea, Século XXI. Fazem parte do acervo mais de 15 000 obras nas categorias de pintura (cerca de 1.500), escultura, desenho, gravura, fotografia e artes aplicadas (especialmente, artes industriais). É hoje administrado pelo Governo do Principado das Astúrias e pela Prefeitura de Oviedo.
O museu está localizado na cidade espanhola de Oviedo, capital asturiana, no bairro antiguo, em três edifícios conhecidos como Palacio de Velarde, Casa de Oviedo-Portal e Casa de Solís-Carbajal, entre a Calle Rúa e Santa Ana.
Suas primeiras obras foram provenientes da chamada Diputación Provincial de Oviedo, que existiu entre 1835 e 1982 e era a comissão governamental que geria a região. Depois foi por meio de compras, doações, heranças e depósitos que a coleção aumentou. A coleção Pedro Masaveu Peterson foi uma das que mais agregaram ao museu.
Em 2015 e depois de oito anos de reformas interrompidas pelo aparecimento de restos romanos e medievais, inaugurou-se o ampliação do museu, que ficou à cargo do arquiteto navarro Francisco Beloqui Mangado, duplicando sua área de superfície (de 4000 a quase 8000 metros quadrados).
Atualmente conta com obras de diversos artistas reconhecidos, como: El Greco, Goya, Zurbarán, José de Ribera, Bartolomé Esteban Murillo, Juan Carreño de Miranda, Miguel Jacinto y Luis Meléndez, Joaquín Sorolla, Nicanor Piñole, Valle, Aurelio Suárez, Luis Fernández López, Pablo Picasso, Salvador Dalí, Umberto Pettinicchio, Joan Miró, Antoni Tàpies y Miquel Barceló.
História O início do Museo de Bellas Artes data de 1969. Na ocasião, foi constituída a Fundação Pública “Centro Provincial de Bellas Artes” (que depois viria a se chamar “Centro Regional de Bellas Artes”). A exposição só foi inaugurada em 1980 e contava, na ocasião, com sete salas e cerca de 78 obras.
Visitas O Museo de Bellas Artes fica aberto durante o Horário de Inverno de terça a sexta-feira, das 10h30 às 14h e das 16h30 às 20h30. Aos sábados das 11h30 às 14h e das 17h às 20h. Em domingos e feriados, das 11h30 às 14h.
Durante o Horário de Verão, especificamente nos meses de julho e agosto, o museu funciona de terça a sábado, das 10h30 às 14h e das 16h às 20h. Em domingos e feriados, entre 10h30 e 14h30.
A entrada é gratuita.
Obras expostas (antes da ampliação de 2015) Palácio de Velarde Sala de Exposiciones temporales. 18 tablas o Retablo de Santa María, Realizado por el Maestro de Palanquinos, e de prosseguir Valladolid. Retábulos medievales procedentes de Catalunha e Maiorca. Pinturas flamencas de XVI siglo. Apostolado cheia de El grega, Como conocido Apostolado de San Feliz, a por quien El Marques perteneció; um de los tres existentes en el mundo (los otros dos están en Toledo)El Apostolado, uma vez que prueba de paternidad, La Nueva España (15 de enero de 2013) Pinturas renacentistas: Berruguete (A coronación de la Virgen), Fernando Yáñez de la Almedina, Luis de Morales e Ticiano (Santa Catalina; depósito a Museu do Prado). Barroco Español e italiana: Guido Reni [Ribera] [José de], Zurbarán (Cristo en la cruz), Murillo (San Pedro). Pinturas mitológicas de Rubens e obra de religiosa Juan Andrés Ricci. Pinturas a ovetense Miguel Jacinto Meléndez, pintor del Rey Felipe V, o bodegonista e Luis Meléndez. Obras de Francisco de Goya (retratos de Jovellanos e Carlos IV), Angelica Kauffmann, Bartolomé Montalvo, Agustín Esteve. Asturianos Pintores: Juan Carreño de Miranda (Carlos II em Los diez años), Evaristo Vale, Nicanor Piñole, Luis Fernandez e Aurelio Suárez. Pintores romanticos, Realistas e modernistas, grande parte do resto dos asturianos como Espanha. Reloj de Javier Méndez, relojero Galego, Fechado en 1800. Par de Pistolas de 1795, fabricadas por dos armeros Vascos en la Primera Fábrica de Armas de Asturias. Obras de italiano Umberto Pettinicchio.
Casa de Oviedo-Portal Obras de Sorolla. Obras do vanguardismo temprano, com destaque para as de Picasso (Mosquetero e amorcillo), Luis Fernández (Rosa con vela), Salvador Dalí (Metamorfosis de ángeles en mariposa) e María Blanchard. Arte Contemporânea Espanhola: Antoní Tàpies e Miquel Barceló. Arte industrial: Óculos e Louças Vidros da fábrica de gijonesa La Industria, fundada em 1844, e cuja enorme produção inclui seus vasos opalinos, três luxuosos jarros com retratos dos três fundadores da fábrica. Enfatiza a história e cultura das Astúrias, por ser a criadora da garrafa de cidra que conhecemos hoje. Fábrica de louça La Asturiana, fundada por Mariano Suárez Pola em Gijón, 1874. Fábrica de louça de San Claudio, fundada em 1901 e que atualmente segue em funcionamento, com fama internacional. Fábrica de louça de Sargadelos, Lugo, fundada em 1805 por um asturiano. Outras fábricas espanholas de louça, como La Cartuja e San Juan del Aznalfarache de Sevilla, Moncloa e Vallecas en Madrid e Vargas en Segovia. Algumas amostras de louça europeia. Antiga máquina de fabricação de louça feita em Oviedo no anos 20.
Arte asturiana e do resto da Espanha do final do século XIX. Velho banheiro da casa, século XVII.
Obras Notáveis no Museu
Outros artistas Há também exemplares de obras de artistas estrangeiros, alguns hispano-flamencos tais quais: Tiziano, Veronés, Peter Raul Rubens, John Philip e Tsuguharo Foujita.
A coleção ainda conta com obras das artistas mulheres mais importantes da história, como Sofonisba Anguissola, Angelica Kauffmann, Ana y Francisca Meléndez y María Blanchard.
Destcam-se também artistas espanhóis e asturianos, como Luis Fernández de la Vega, Antonio Solá, Elías Martín Riesco, Agustín Querol, Francisco Pérez del Valle, José Gragera, Pablo Gargallo, Baltasar Lobo, Faustino Goico-Aguirre, Manuel Álvarez-Laviada, Sebastián Miranda, Antón, Víctor Hevia, César Montaña, Amador, Rubio Camín e Navascués.
Na seção de artes industriais, há mais de 5.000 de copos, louças e placas calcográficas, com estampas de fábricas com La Industria, La Asturiana, San Claudio e Real Fabrica de Sargadelos.
Biblioteca O Museo de Bellas Artes de Asturias também conta com um biblioteca, que tem acervo formado por coleções sobre arte asturiana, entre monografias, documentos históricos, obras referenciadas e publicações diversas, totalizando mais de 30.000 volumes e 500 títulos. Os livros não tratam somente de pintura, mas de outras modalidades artísticas e museologia, conservação, restauração e viagens sobre a Espanha. Estão juntadas a estas publicações os acervos do historiador Diego Angulo, que foi adquirido em 1995, dos artistas Amador e Luis Fernández, do empresário Mariano Suárez-Pola, e dos arquitetos Juan Vallaure, Julio Galán Gómez e Julio Galán Carvajal.
Ligações externas
Bellas Artes de Asturias Museo de Bellas Artes de Asturias