10.000 anos depois entre Vénus e Marte é um álbum de rock progressivo de José Cid, uma ópera rock e também um dos poucos álbuns de rock espacial em Portugal, coeditada pela Orfeu e Arnaldo Trindade em 1978. É uma viagem de rock sinfónico cósmica dominada por Mellotron, sintetizadores de cordas e outros, com suporte de guitarras, baixo e bateria.

Descrição Reconhecida como uma obra "excelente para qualquer coleção de música progressiva" em progarchives.com, um sítio dedicado a sons progressivos, onde ocupa o quarto lugar nos álbuns progressivos de 1978, o álbum é também uma presença constante na mesma plataforma, considerado um "disco essencial e uma obra prima do rock progressivo".progarchives.com

Com base em ficção científica, o conceito é que 10.000 anos depois da autodestruição da humanidade, um homem e uma mulher viajam de regresso para a Terra para a repovoar novamente. O tom das músicas é de contemplação sobre os erros do passado da humanidade e de esperanças futuras. A maioria das canções é influenciada por bandas como Moody Blues ou Pink Floyd. O álbum foi composto por Cid, com ajuda em algumas músicas pelo guitarrista Mike Sergeant e pelo baterista Ramon Galarza.

Faixas

Alinhamento José Cid: piano, sintetizadores, string ensemble, Mellotron, voz; Ramon Galarza: bateria, percussão; Zé Nabo: baixo, guitarra eléctrica, guitarra de 12 cordas, guitarra acústica; Mike Sergeant: guitarra eléctricas, guitarra de 12 cordas (faixa 2).

Categoria:José Cid Categoria:Álbuns de 1978 Categoria:Álbuns de rock progressivo Categoria:Álbuns em língua portuguesa