A Ilha do Grilo, também conhecida por O sítio do Grilo ou Sítio da Ilha, é um topónimo da cidade de Lisboa, correspondente a um pequeno morro situado na freguesia do Beato, na fronteira desta com o bairro da Madre de Deus

Origem O seu nome surge pela referência à Quinta do Grilo, como sendo propriedade de Francisco Gonçalves da Camara e Ataíde, mo início do século XVIA Restauração Prodigiosa de Portugal. 1640-1668, por João André de Araújo Faria, Dissertação de mestrado de Pós-graduação em História, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, 2010, pág. 72, e de novo pela fixação local de frades e freiras da Ordem dos Agostinianos Descalços, no Convento do Recolhimento de Nossa Senhora do Amparo, também conhecido como Recolhimento do Grilo, que eram localmente apelidados de Grilos e Grilas.

O olisipógrafo Luís Pastor de Macedo, refere em «Lisboa de Lés a Lés», vol. III, que:

Em 1888, é construída no local uma vila operária de circuito circular de forma a se inserir no relevo natural da área.

A 21 de Maio de 1908, as vias públicas que circundam a Ilha do Grilo, até aí vulgarmente denominadas "Ilha do Grilo" e "Travessa da Ilha do Grilo", passaram a ser toponimicamente designadas no seu conjunto por Travessa da Ilha do Grilo, designação que até hoje se mantém.

Ilha do Grilo na literatura Uma parte considerável da narrativa do romance Amanhã escrito por Abel Botelho tem lugar na Ilha do Grilo, descrita no texto em pormenor como o autor a viu em 1895, ano da sua redação.

Ligações externas Toponímia de Lisboa

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