As hamadríades (), na mitologia grega, são as oito filhas do casamento de Óxylos, filho de ÓreasÓxilo filho de Óreas pode ser traduzido como Aquele da floresta, filho da montanha com Hamadryás, sua própria irmã, chamavam-se: Carya, Balanos, Crania, Morea, Aigeiros, Ptelea, Ampelos e Syce.Pherenikos, poeta épico herakleto, citado por Ateneu, O banquete dos eruditos, 1.78a Cada uma delas seria protetora de um espécie diferente de árvore, entre estas a vinha, a figueira e a aveleira.miniaturadaimagem|A Hamadríade, de Émile Bin. 1870|alt=|esquerdaAs hamadríades são ninfas que nascem com as árvores e com as quais partilham o destino, devendo protegê-las.
Calímaco conta no seu Hino a Delos que a disposição e temperamento destas deidades variava em conformidade com a das suas árvores protegidas, dispensando-se em prantos aquando da queda das folhas ou da estridente alegria à chegada das chuvas da primavera sobre a juventude das verdes folhagens.
E se em algumas lendas poderia viver durante “cerca de dez vidas de palmeiras” ou 9720 anos, em outras versões, a morte anunciava-se-lhes com as das suas árvores.
A hamadríade Carya certa vez teve um caso com Zeus, o que gerou Dirio, o deus das plantas venenosas.
Existem lendas que descrevem o poder vingativo de que estas ninfas eram capazes sobre aqueles que ameaçavam as suas árvores (Chrysopelia), outras histórias falam-nos dos castigos que caíam sobre aqueles que as cortassem ou desdenhassem das orações atribuídas as estas deidades (Erysichthon) consideradas como intermediárias entre mortais e imortais.
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