Alois Karl Hudal (Graz, 31 de maio de 1885 Roma, 13 de maio de 1963) foi um bispo católico austríaco baseado em Roma, onde era conhecido como Luigi Hudal.

Carreira Por 30 anos, foi o chefe do Colégio Teutônico de Santa Maria dell'Anima em Roma e, até 1937, um representante influente da igreja austríaca. Em seu livro de 1937, Die Grundlagen des Nationalsozialismus: Eine ideengeschichtliche Untersuchung ("As Bases do Nacional Socialismo"; publicado em Lípsia e Viena em 1936–37), Hudal elogiou Adolf Hitler e algumas de suas políticas e, indiretamente, atacou as políticas do Vaticano.

A anexação alemã da Áustria (Anschluss) foi apoiada com entusiasmo por Hudal na imprensa austríaca, contrariamente à posição de vários bispos da Áustria.Philippe Chenaux, "Pacelli, Hudal et la question du nazisme (1933-1938)". Após a Segunda Guerra Mundial, Hudal ajudou a estabelecer as "ratlines", que serviram como rotas de fugas para importantes líderes alemães nazistas e outros oficiais e políticos europeus do Eixo, entre eles criminosos de guerra, escapassem de julgamentos, como os famosos julgamentos Nuremberga e da desnazificação dos Aliados. Esta organização facilitou a fuga de Adolf Eichmann, Gustav Wagner, Alois Brunner, Erich Priebke, Eduard Roschmann, Franz Stangl, Walter Rauff, Aribert Heim, Herberts Cukurs, Ante Pavelić e Josef Mengele, entre outros.

Ligações externas Krunoslav Draganovic, in The Pavelic Papers Catholic Hierarchy: "Luigi Hudal, bishop of Aela"

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