thumb|right Jamil Almansur Haddad (São Paulo, em — São Paulo, ) foi um crítico, ensaísta, poeta, historiador, teatrólogo, antologista e tradutor brasileiro.
Poeta inserido na Geração de 45, foi colaborador em diversos jornais de São Paulo.
Formou-se em Medicina em 1938 e chegou ao cargo de diretor do Departamento de Cultura da Associação Paulista de Medicina. Foi presidente da Casa Castro Alves. Foi casado com a também escritora Helena Silveira.
Participou do I Congresso Brasileiro de Escritores, iniciado em 22 de janeiro de 1945, no Teatro Municipal de São Paulo. http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/QuedaDeVargas/CongressoEscritores O Congresso foi uma manifestação dos escritores brasileiros contra a falta de liberdade de expressão durante a ditadura de Getúlio Vargas e contribuiu para agravar a crise do Estado Novo. http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/QuedaDeVargas/CongressoEscritores
Jamil Almansur Haddad foi presidente do Clube de Poesia de São Paulo. De origem libanesa, converteu-se ao Islamismo.
A cidade de São Paulo presta-o homenagem nominando a biblioteca de Guaianases como Biblioteca Pública Municipal Jamil Almansur Haddad.
Obras Alkamar, a minha amante (Livraria Editora Record, 1935) Orações Negras (Livraria Editora Record, 1939) A lua do remorso (Livraria Martins Editora, 1951) Contos árabes Histórias galantes História poética do Brasil O que é islamismo? - Coleção Primeiros Passos Raízes de Castro Alves Romanceiro cubano (Brasiliense, 1959) Álvares de Azevedo, a Maçonaria e a Dança (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1960) As obras-primas da poesia religiosa brasileira (Livraria Martins Editora, 1954) Orações roxas, novas orações negras, orações vermelhas (Ed. Cultura, 1943) Romantismo brasileiro e as sociedades secretas do tempo (Monografia, Universidade de São Paulo, 1945) Revisão de Castro Alves (Edição Saraiva , 1953) Literatura e mistificação (Emp. Jornalística , 1967)
Traduções As flores do mal, de Charles Baudelaire (Difel, 1958) Lírica, de Safo (Edições Cultura, 1942) Cântico dos cânticos (Saraiva, 1950) Rubaiyat, de Omar Khayyam (Civilização Brasileira, 1956) Cancioneiro, de Petrarca Decamerão, de Boccaccio Odes, de Anacreonte (José Olympio, 1952) Odes e Baladas, de Victor Hugo (Editora das Artes, 1960) A arte de amar, de Ovídio (Biblioteca, 1964) O Brasil literário, de Ferdinand Wolf (Cia Editora Nacional, 1955) Poesias escolhidas, de Giosue Carducci (Delta, 1962)
Prêmios Orações Negras - prêmio de Poesia pela Academia Brasileira de Letras em 1937. Raízes de Castro Alves - premiado pela Comissão Julgadora de Ensaios “Adhemar de Barros”. São Paulo, 1950.
Categoria:Brasileiros de ascendência libanesa Categoria:Críticos literários do Brasil Categoria:Ensaístas do estado de São Paulo Categoria:Escritores da Geração de 45 do Brasil Categoria:Historiadores do estado de São Paulo Categoria:Médicos do estado de São Paulo Categoria:Muçulmanos do Brasil Categoria:Poetas do estado de São Paulo Categoria:Teatrólogos do Brasil Categoria:Tradutores do estado de São Paulo