Mário Mercator (; provavelmente no norte da África —logo depois de foi um escritor eclesiástico cristão.

História Em 417 ou 418, Mário estava em Roma e lá escreveu dois tratados contra os pelagianos e submeteu-os a Santo AgostinhoEp. ad. M.M., no. 193.. De 429 até cerca de 448, esteve em Constantinopla.

Suas obras, a maioria traduções e compilações de trechos de escritores gregos, ortodoxos e heréticos, foram impressas pela primeira vez por Jean Garnier (Paris, 1673) e reimpressas na Patrologia Latina de Migne (P.L. XLVIII, Paris, 1846). Foram também editadas por Baluze (Paris, 1684), uma versão reimpressa com correções na "Bibliotheca veterum Patrum", VIII (Veneza, 1772), 613-738, de Andrea Gallandi. Seus tratados "Commonitorium super nomine Cælestii",In Migne, P.L. XLVIII, 63-108. e "Commonitorium adversus hæresim Pelagii et Cælestii vel etiam scripta Juliani"In Migne, P.L. XLVIII, 109-172. são anti-pelagianas. A primeira teve como resultado a expulsão de Juliano de Eclano e Celéstio de Constantinopla e a condenação de ambos no Concílio de Éfeso em 431.

Contra os nestorianos, Mário escreveu "Epistola de discrimine inter hæresim Nestorii et dogmata Pauli Samosateni, Ebionis, Photini atque Marcelli"Migne, P.L. XLVIII, 773. e "Nestorii blasphemiarum capitula XII".Migne, P.L. XLVIII, 907-932..

Entre suas traduções estão trechos de Cirilo de Alexandria, Nestório, Teodoro de Mopsuéstia, Teodoreto, Pelágio e outros.

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