thumb|upright=1.05|Augusto com a coroa cívica, na. Gliptoteca de Munique Ário Dídimo ou Arieu Dídimo (; ) de Alexandria, foi um filósofo estoico e professor de Augusto . Fragmentos de seus manuais sumarizando as doutrinas estoicas e peripatéticas estão preservados nas obras de Estobeu e Eusébio de Cesareia.

Vida

Ário foi um cidadão de Alexandria. Augusto estimou-o tanto que após a conquista de Alexandria, declarou que pouparia a cidade principalmente por amor a Ário. De acordo com Plutarco, Ário aconselhou Augusto a executar Cesarião, o filho de Cleópatra com Júlio César, com as palavras ouk agathon polukaisarie ("não é bom ter muitos Césares"), um trocadilho com uma linha em Homero.

Ário bem como seus dois filhos, Dionísio e Nicanor, teria instruído Augusto na filosofia. Ele é frequentemente citado por Temístio, que diz que Augusto avaliou-o não menos que Agripa. Segundo Quintiliano, parece que Ário também ensinou ou escreveu sobre retórica. Ele é presumivelmente o Ário cujo Vida estava entre aqueles ausentes na seção final do livro IV das Vidas de Diógenes Laércio.

Ário Dídimo é geralmente identificado com o Árico cujos trabalhos foram citados longamente por Estobeu, sumarizando a filosofia estoica, peripatética, platônica. Que seu nome completo é Ário Dídimo advém da obra de Eusébio, que cita duas longas passagens de sua visão estoica sobre Deus, a conflagração do Universo e a alma.

Bibliografia

Categoria:Gregos do século I a.C. Categoria:Filósofos do século I a.C. Categoria:Estoicos da Roma Antiga Categoria:Romanos antigos do século I a.C.