O sectarismo religioso no mundo islâmico é uma questão enfrentada pelas diversas religiões da região que é o berço do monoteísmo e persiste até os dias de hoje. Ela se intensificou como um precedente do inverno árabe da Guerra do Iraque a Guerra do Golfo.Arab Regionalism: A Post-Structural PerspectiveThe Arab Spring Started in Iraq Eventos relacionados mataram desde 2001 mais de 4 milhões de pessoas no Iraque, Afeganistão e Paquistão.4 Million Muslims Killed In Western Wars: Should We Call It Genocide? Esse conceito é muito criticado pelo fato da elite política de países como Síria não se preocuparem com a origem social dos receptores de programas sociais e que dava autonomia para que a sociedade civil se auto-regulasse, inclusive as igrejas da região.Asma al-Assad: A Rose in the DesertSignals of Change from Syria

Perseguição por país

Birmânia Os ruaingas desde a ascensão do fundamentalismo budista nos anos 10 do século XXI tem sido perseguidos pela sua fé em Allah.ONU denuncia ‘limpeza étnica’ contra rohingyas em Myanmar

Iraque

Na cidade de Tal Afar, em março de 2007, houve o maior massacre contra xiitas no Iraque, matando 152 pessoas.Al-Jazeera, Iraqi justice minister resigns O EI também foi responsável por outro massacre no Iraque em 2014 quando matou 5000 yazidis em Sinjar.

Síria

Os drusos foram perseguidos desde a década de 50 pelo governo de Adib Shishakli. Atualmente, os ateus na Síria são perseguidos por paramilitares rebeldes da oposição síria durante o período do Inverno árabe. A primavera árabe teve um forte impacto sob a oposição a ponto do lema dela ser: "Alauítas para o túmulo e os cristãos para Beirute".Poisons of sectarianism have seeped into Syrian character Durante o conflito na atualidade, se teve o massacre de Sadad, o segundo maior massacre da história do Oriente Médio contra os cristãos e o maior massacre contra esta religião da história da Síria. Os alauítas por terem se associado ao Estado sírio, também sofreram massacres. Houve também em 2015 a extinção de 2 cidades cristãs no Levante pelo Al-jayš as-suri al-ħurr, o que levou ao deslocamento forçado de 80 mil pessoas The New York Times, Kapil Komireddi, 3 de agosto de 2012 Sedqi al-Maqet, membro da minoria drusa da Síria, denunciou que a Shabak estava armando rebeldes fundamentalistas para cometerem massacres.Israel moves to cover-up its alliance with al-Qaeda in Syria Segundo Aron Lund que escreve para a Fundação Carnegie para Desenvolvimento Internacional da Paz, não existe grupo rebelde secular ou que respeite os direitos humanos naquele país.U.S. Pins Hope on Syrian Rebels With Loyalties All Over the Map Os grupos de oposição também tem perseguido e assassinado jornalistas de outras religiõesSyria unrest: French journalist Gilles Jacquier killed e lideranças cristãs tem declarado apoio militar ao governo.Bishop: Syrian Christians called to "take up arms" O EI também tem destruído o patrimônio histórico em Palmira para combater a idolatria, embora sejam ídolos de religiões extintas. Os curdos do YPG também tem travado conflito contra cristãosAssyrian Christians Battle Kurds in Syria

Líbano

Massacres contra cristãos foram perpetrados no país ao longo das décadas de 70 e 80.Israel undercover: secret warfare and hidden diplomacy in the Middle East By Steve Posner, ISBN 0-8156-0220-0, ISBN 978-0-8156-0220-0, p. 2J. Becker: The PLO: The Rise and Fall of the Palestine Liberation Organization, Weidenfeld and Nicolson, 1984, p. 124 qtd in The PLO: The Rise and Fall of the Palestine Liberation Organization, Weidenfeld and Nicolson, 1984, p. 124 qtd in Apesar disso, os maiores massacres foram de cristãos contra muçulmanos. Atualmente, devido ao envolvimento persa na política libanesa, existe uma hostilidade violente com relação aos xiitas desde a entrada do Hezbollah no conflito sírio. The Independent Retrieved 20 November 2013

Jordânia Ateus tem restrições na sua liberdade de expressão pelas leis antiblasfêmia. O projeto do Estado Islâmico surgiu nesse país antes da guerra do Iraque, no ano 2000 e o governo jordaniano inclusive está treinando militantes do EI desde 2012.BLOWBACK! U.S. TRAINED ISLAMISTS WHO JOINED ISIS

Israel No país, devido a forte presença no imaginário da sociedade israelense a discriminação contra semitas, existe uma crescente violência contra os cristãos por serem de maioria palestina e árabe.

Turquia Massacres de alevis eram tradicionais desde o surgimento do Império Otomano,Rıza Yıldırım: Turkomans between two empires: the origins of the Qizilbāsh identity in Anatolia (1447–1514), Bilkent University, 2008, p. 126–127 mas se intensificaram desde 1978 quando um grupo paramilitar chamado de Lobos Cinzentos matou 1200 alevitas em Maraş na Turquia.

Líbia e Egito O governo de Muammar al-Gaddafi fez questão de proteger os cristãos para que em troca se evitasse o envolvimento excessivo deles na política.Massimo Franco, The Guardian, 1 de novembro de 2011 e lideranças cristãs do país chegaram a afirmar que "Sob Gadhafi, fomos protegidos".) Depois dos rebeldes derrubarem Muammar para implantarem a sharia, União de judeus progressistas da Bélgica, PAUL DELMOTTE, 1 de Dezembro de 2011. o Estado Islâmico decapitou 21 cristãos coptas naturais do Egito, levando a entrada do governo egípcio no conflito. Reuters, Omar Fahmy e Yara Bayoumy, segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015.

Afeganistão

O Afeganistão desde os anos 80 tem enfrentado uma guerra sectária entre a maioria sunita comandada pelo talibã e a minoria xiita hazara. Os maiores massacres do país foram em Mazar-i-Sharif em 1997, matando 3000 pessoas e Yakawlang em 2001, quando matou 170 pessoas.

Paquistão O Paquistão também compartilha massacres dessa natureza desde os anos 80, sendo que os principais foram em Quetta em janeiro de 2013, matando 115 pessoas e em fevereiro do mesmo ano e na mesma cidade, matando 110.Death toll of twin blasts in Quetta, Pakistan rises to 82

Arábia Saudita Desde que a Arábia Saudita iniciou uma campanha militar contra os xiitas do Iêmen, o Estado Islâmico tem ganho espaço em 2015 e perpetrado massacres em mesquitas, sendo que o maior deles foi em Saná, matando 150 pessoas.At least 142 killed in 'Isil' bombings of Yemen Shia mosques

Ver também Primavera Árabe Inverno árabe Mundo muçulmano Perseguição religiosa Islamofobia

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