miniaturadaimagem miniaturadaimagem O furacão Patricia foi o ciclone tropical mais intenso já observado no hemisfério ocidental do Oceano Pacífico Ocidental da Terra em termos de pressão barométrica e o mais forte a nível mundial em termos de velocidade de ventos sustentados máximos medidos de forma confiável. Ele impactou a costa mexicana do Pacífico, além de ter causado efeitos secundários em outras regiões, como países da América Central e no Texas, Estados Unidos. Centenas de milhares de pessoas foram diretamente afetadas pela tempestade, principalmente no México, onde seis mortes foram atribuídas ao fenômeno.

Formação Originário de uma perturbação que se alastrou perto do Golfo de Tehuantepec, em meados de outubro de 2015, o Patricia foi classificado em 20 de outubro como uma depressão tropical, com um desenvolvimento inicial lento, sendo que um fortalecimento modesto foi registrado no primeiro dia de sua classificação. O sistema mais tarde se tornou uma tempestade tropical e foi nomeado Patricia, a vigésima quarta tempestade nomeada da temporada de 2015 de furacões no Pacífico. Com condições ambientais excepcionais alimentadas pela intensificação explosiva em 22 de outubro, um olho bem definido desenvolveu-se dentro de um intenso centro denso e o Patricia cresceu de uma tempestade tropical para um furacão de categoria 5 em apenas 24 horas.

Intensidade A taxa de intensificação foi maior que a de qualquer outro furacão já registrado no Pacífico na era de satélites artificiais (1960-presente) - apenas o furacão Linda, em 1997, fortaleceu-se a uma taxa semelhante. O precursor do Patricia produziu chuvas e inundações generalizadas na América Central.

Durante o período de 24 horas, entre 4h00 CDT (22h00 UTC) da quinta-feira (22 de outubro) e 4h00 CDT (22h00 UTC) da sexta-feira (23 de outubro), o furacão Patricia evoluiu de categoria 1, com velocidades de , para categoria 5, atingindo velocidades de . No mesmo período, a pressão no centro do furacão teve uma redução de para , uma queda de pressão extrema, sem precedentes na história moderna.

Produção de antimatéria Estudos realizados pela Universidade da Califórnia em Santa Cruz para analisar a produção de raios gama pelo olho do furacão detectaram a presença de pósitrons, que é a antipartícula do elétron, porém não souberam identificar sua procedência, suspeitando de que foram produzidos por um relâmpago. Já a produção de raio X e raio gama também detectados no furacão, foram causados pela colisão de elétrons em alta velocidade, e são bastante comuns em tempestades com raios.

Ver também

Furacão Katrina Furacão Rick (2009) Furacão Kenna Tufão Haiyan (2013)

Ligações externas

The National Hurricane Center's advisory archive for Hurricane Patricia The National Hurricane Center's advisory graphics archive for Hurricane Patricia ReliefWeb for Hurricane Patricia

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