As Impurezas do Branco é um livro de poesias escrito por Carlos Drummond de Andrade e publicado originalmente em 1973As Impurezas do Branco. Companhia das Letras.
Da mesma forma que A Rosa do Povo havia sido marcado pela Segunda Guerra Mundial e pelo Estado Novo, este volume traz diversas referências à ditadura militar implantada no Brasil com o golpe de 1964. Assim, no poema Declaração em juízo, Drummond, então aos 71 anos e aposentado do serviço público, lamenta a perseguição a opositores do regime e afirma: "Não matei nenhum dos companheiros"VIANNA, Carla Cristiane Martins. As Impurezas da Ditadura Militar. Revista Nau Literária. Dossiê: a literatura em tempos de repressão. PPG-LET-UFRGS – Porto Alegre – Vol. 01 N. 01 – jul/dez 2005.
Também nessa coletânea foram incluídos os poemas escritos por Drummond para acompanhar o álbum de 21 desenhos de Cândido Portinari sobre Dom Quixote, reunidos sob o título Quixote e Sancho, de PortinariFLORES, Celia Navarro. Drummond, o cavaleiro de tristíssima figura e Dom Quixote, o gauche maior. An. 2. Congr. Bras. Hispanistas Oct. 2002.
Conteúdo Os 67 poemas que compõem o livro podem dividir-se em onze partes: Comunicação Persona Viver Amor Problematizar Morrer Divindade Quixote Artistas Brasil Uma Casa
Ligações externas GUIMARÃES, Denise Azevedo Duarte. Cromatismo em As Impurezas do Branco
Categoria:Livros de Carlos Drummond de Andrade