Agorafobia é um transtorno de ansiedade caracterizado pelos sintomas de ansiedade em situações onde a pessoa percebe os ambientes como inseguros ou com rotas de escape difíceis Essas situações podem incluir trânsito, shopping centers, multidões, filas, ou simplesmente estar fora de suas casa por conta própria. Essas situações também podem resultar em um ataque de pânico. As pessoas afetadas poder tomar grandes distâncias para evitar essas situações. Em casos severos, as pessoas podem se tornarem completamente inaptas a sair de casa.
Acredita-se que a agorafobia deve ser uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Essa condição geralmente ocorre em eventos familiares, estressantes ou traumáticos como a morte de um parente ou sofrer um ataque pode gerar um gatilho. No DSM-5, a agorafobia é classificada como uma fobia juntamente com fobias específicas e fobia social. Outras condições que podem produzir sintomas similares incluem transtorno de ansiedade de separação, transtorno de estresse pós traumático e transtorno depressivo maior. O diagnóstico da agorafobia tem se mostrado ser uma comorbidade com depressão, abuso substancial e idealização suicida.
Sem o tratamento, é incomum que a agorafobia seja curada. O tratamento costuma ser a terapia cognitivo comportamental (TCC). A resolução com o TCC tem resultados em metade das pessoas. Em algumas instâncias, Aqueles com um diagnóstico de agorafobia deve ser receitados benzodiazepínicos e ansiolíticos.
A agorafobia afeta cerca de 1,9% dos adultos. Mulheres são afetadas cerca de duas vezes mais que homens. A condição é rara em crianças. Algumas pessoas começam a desenvolver a doença na adolescência ou na primeira fase adulta, e se torna mais comum aos 65 anos ou mais.
Etimologia O termo agorafobia foi cunhado na Alemanha em 1871 pelo psicólogo pioneiro alemão Karl Friedrich Otto Westphal (1833-1890), em seu artigo "". Archiv für Psychiatrie und Nervenkrankheiten, Berlin, 1871–72; 3: 138–161. É derivado do grego (agorá), que significa 'local de reunião' ou 'local de negociação' e (-phobia), que significa 'medo'.
Sinais e sintomas A agorafobia é uma condição onde os indivíduos se tornam ansiosos em um ambiente não familiar ou onde eles percebem que tem um pequeno controle. Gatilhos para sua ansiedade podem incluir espaços abertos, multidões (ansiedade social) ou viagem (mesmo distâncias pequenas). Agorafobia é normalmente, mas não sempre, composto por um medo de vergonha social, como uma pessoa vive com os medos da agorafobia, o desenvolvimento de um ataque de pânico e aparição angustiada em público. A maior parte do tempo eles evitam essas áreas e se mantém confortáveis em um espaços conhecidos e controláveis, usualmente suas casa.
A agorafobia também é definida como "um medo, algumas vezes aterrorizante, por aqueles que tenham presenciado um ou mais ataque de pânico". Nesses casos, o paciente é temoroso a um local particular porque eles tem previamente presenciado um ataque de pânico no mesmo local. Temendo o início de outro ataque de pânico, o paciente é temoroso ou evita um local. Alguns se recusam sair de suas casas em emergências médicas porque o medo de estar fora das suas áreas de conforto é muito grande.
A pessoa com essa condição pode algumas vezes ir para grandes distâncias para evitar locais onde eles tenham presenciado o início de um ataque de pânico. Agorafobia, como descrito dessa maneira, é um sintoma profissional verificar quando fazem um diagnóstico de transtorno do pânico. Outras síndromes como transtorno obsessivo compulsivo ou transtorno de estresse pós-traumático pode também causar a agorafobia. Qualquer medo irracional que se mantenha quando for para fora pode causar os sintoma.
As pessoas com agorafobia pode experimentar temporariamente transtorno de ansiedade de separação quando certos indivíduos da partida de domicílio para residência temporária, como os pais ou cônjuge, ou quando eles deixam suas casas sozinhas. Essas situações podem resultar em uma aumento da ansiedade ou um ataque de pânico ou sentimento que precisa se separar da família ou amigos.
As pessoas com agorafobia algumas vezes tem medo em esperar ao ar livre por longos períodos; esse sintoma pode ser chamado de "macrofobia".
Ataques de pânico Pacientes com agorafobia podem experimentar ataques de pânico repentinos quando viajam para lugares onde eles temem que não tenham controle, ajuda seria difícil de obter, ou eles poderão estar constrangidos. Durante o ataque de pânico, a epinefrina é liberada em grandes quantidades, acionando a resposta natural de luta ou fuga. Um ataque de pânico tem um início abrupto, chegando à intensidade máxima entre 10 a 15 minutos, e raramente ultrapassa os 30 minutos. Os sintomas de um ataque de pânico incluem palpitações, batimento cardíaco rápido, sudorese, tremores, náusea, vômito, vertigem, aperto na garganta e dificuldade de respirar. Muitos pacientes reportam um medo de morrer, medo de perder o controle das emoções ou medo de perder o controle.
Causas Acredita-se que a agorafobia deve ser uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Essa condição geralmente ocorrem em eventos familiares, estressantes ou traumáticos como a morte de um parente ou sofrer um ataque pode gerar um gatilho.
Pesquisas não concluíram que haja uma ligação entre a agorafobia e dificuldades com orientação espacial. Indivíduos sem agorafobia são capazes de manter-se equilibrados pela combinação de informação pelos seus sistema vestibular, sistema visual e propriocepção. Um número desproporcional agorafóbicos tem a função vestibular fraca e consequentemente confiam mais em seus sinais visual e tátil. Eles podem ficar desorientados quando os sinais visuais estão escassos (como em espaços amplos) ou esmagador (como um multidões). Além disso, eles podem se confundir com superfícies inclinadas ou irregulares.
Em um estudo em realidade virtual, os agorafóbicos mostraram mais dificuldade em integrar mudanças sensoriais quem os não agorafóbicos, e são "mais sensíveis para conflitos sensoriais" que a população geral.
Indução pela substância O Uso crônico de tranquilizantes e soníferos, assim como benzodiazepínicos tem sido ligados ao início da agorafobia. Em pacientes que tenham desenvolvido agorafobia durante a dependência de benzodiazepínicos, os sintomas diminuem com o primeiro ano de desmame assistido. Similarmente, os transtornos do abuso de álcool são associados ao pânico, com ou sem agorafobia; essa associação pode acarretar efeitos prolongados do consumo de álcool, causando uma distorção na química do cérebro.
O uso de tabaco pode também estar associado com o desenvolvimento e agravamento da agorafobia. frequentemente com transtorno do pânico; é incerto como o uso de tabaco resulta em ansiedade e pânico, com ou sem sintomas de agorafobia, mas os efeitos diretos da dependência de nicotina ou os efeitos do tabagismo na respiração tem sido sugeridos como possíveis causas. A automedicação ou a combinação de fatores podem também explicar a associação entre o tabagismo e agorafobia e pânico.
Teoria do apego
Alguns acadêmicosG. Liotti, (1996). Insecure attachment and agoraphobia, in: C. Murray-Parkes, J. Stevenson-Hinde, & P. Marris (Eds.). Attachment Across the Life Cycle.J. Bowlby, (1998). Attachment and Loss (Vol. 2: Separation). tem explicado a agorafobia como uma déficit de apego, i.e., a perda temporária da habilidade de tolerar a separação espacial de uma base segura. Pesquisas empíricas recentes tem também ligado as teorias do apego e espacial à agorafobia.
Teoria espacial Em ciências sociais, um viés clinicoJ. Davidson, (2003). Phobic Geographies percebido existe na pesquisa da agorafobia. Ramos das ciências sociais, especialmente a geografia, tem gradativamente se tornado interessada em qual o possível pensamento de um fenômeno espacial. Uma dessas abordagens liga o desenvolvimento da agorafobia na modernidade. Fatores que contribuem consideravelmente para a agorafobia na modernidade são a ubiquidade dos carros e urbanização. Esses fatores tem ajudado a desenvolver a expansão do espaço público e a restrição do espaço privado, por conseguinte um conflito na mente dos indivíduos com agorafobia.
Perspectivas evolutivas Alguns modelos evolutivos propõem que a agorafobia - assim como outras fobias específicas - podem estar enraizadas em mecanismos adaptativos que ajudam precocemente os humanos a evitarem as ameaças em ambientes abertos e não usuais. - A partir desse ponto de vista, o medo e comportamento de esquiva poderão terem sido seletivamente favorecidos se eles tiveram a sobrevivência assistida - por exemplo, para incitar os indivíduos a afastar de ambientes potencialmente perigosos ou minimizar a exposição de predadores e patógenos. De acordo com os modelos de preparação, os sistemas defensivos dos humanos são especialmente sensíveis a traços ligados à ameaças e pode rapidamente ficar fortes, associações duradouras de medo com eles. Na vida moderna, como as defesas podem se tornar incompatíveis para os ambientes relativamente de baixo risco, produzindo respostas de ansiedade desproporcionais.
Outro ponto de vista na psicologia evolutiva é que a agorafobia primária é mais incomum sem ataques de pânico, podem ser devido a um mecanismo diferente para a agorafobia com ataques de pânico. A agorafobia primária sem ataques de pânico pode ser uma fobia específica explicada, uma vez que tenha sido evolutivamente vantajosa para evitar exposição, em espaços amplos, abertos e sem cobertura ou camuflagem. A agorafobia com ataques de pânico pode ser uma resposta secundária de prevenção para os ataques de pânico, devido ao medo de situações em que ocorrem os ataques de pânico.
Diagnóstico A maioria das pessoas que se apresentam aos especialistas em saúde mental desenvolvem agorafobia após o início do transtorno de pânico.American Psychiatric Association, 1998 A agorafobia é melhor interpretada como uma resultado comportamental adverso de ataques de pânico repetidos e ansiedade subsequente e preocupação som esses ataques que conduz para umas situações de fuga onde o ataque de pânico poderá ocorrer. O tratamento precoce do transtorno de pânico pode frequentemente prevenir a agorafobia. A agorafobia é tipicamente determinada quando os sintomas são piores que o transtorno de pânico, mas também não encontra o critério para outras transtornos mentais, como a depressão.
Agorafobia sem histórico de transtorno de pânico