Vasco Lourenço de Matos Sequeira (São Mamede, Lisboa, 16 de Julho de 1903 — São João de Brito, Lisboa, 16 de Julho de 1973) foi um escritor teatral e jornalista português.
Biografia Filho de Gustavo de Matos Sequeira e de sua mulher Beatriz Carolina Rosado de Oliveira.
Dedicando-se ao jornalismo, foi, como seu pai, redactor d'O Mundo e d'O Século, e colaborador de vários jornais e revistas.
Para o Teatro, escreveu, sozinho ou de colaboração: as Revistas: B-A-BA Sete e Meio, 1927, em que participou seu pai Caras e Caretas Manda Quem Pode Já te Matei A Cigarra e a Formiga A Rapioca Revista Sonora Zás, Trás, Pás! Viva o Jazz Nau Catrineta Sape-Gato a opereta: As Lavadeiras e a farsa: Rainha das Sogras
Colaborou na tradução de: Revoltados, comédia, traduzida e adaptada por seu pai com Pereira Coelho, representada no Teatro Ginásio, 1930 Bola de Neve, revista
Além da sua colaboração no "Jornal de Lourenço Marques", de cujas gazetilhas publicou um livro, escreveu as revistas: Tátá O Grande Batuque
Em 1927, publicou um livro de versos, Cantigas que a Gente Canta.
A 7 de dezembro de 1929, casou civilmente em Lisboa com Hortência Monteiro Cardoso (Quêssua, Malanje, África Ocidental Portuguesa, c. 1910), doméstica, filha do comerciante Guilherme Augusto da Silva Cardoso e de Maria da Luz Laborde Monteiro Cardoso, doméstica, ambos naturais de Lisboa (das freguesias de Santos-o-Velho e das Mercês, respetivamente).
Tendo seguido para a África como Funcionário da Companhia de Moçambique, passou, depois, para o Funcionalismo Público, tendo sido Administrador do Posto de Dombe.
Morreu vítima de enfarte do miocárdio a 16 de julho de 1973, dia do seu 70.º aniversário, na freguesia de São João de Brito, em Lisboa, onde residia na Avenida do Brasil, n.º 196, 5.º andar esquerdo. Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres.
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