Luiz Antonio de Assis Brasil (Porto Alegre, 21 de junho de 1945), nascido Luiz Antônio de Assis Brasil e Silva, é um escritor e professor brasileiro.

Autor de 22 livros, a maioria romances históricos passados no Rio Grande do Sul, divide o tempo entre a escrita e as docências no programa de mestrado e doutorado em Letras e Escrita Criativa da PUCRS e na Oficina de Criação Literária da mesma universidade.

Criada em 1985, é a mais antiga e premiada oficina literária do Brasil, que já revelou nomes como Amílcar Bettega Barbosa, Letícia Wierzchowski, Cíntia Moscovich, Daniel Pellizzari, Michel Laub, Monique Revillion e Daniel Galera, entre dezenas de outros.

Biografia É filho de Amílcar de Assis Brasil e Silva e de Glacy Lisboa Pereira de Assis Brasil e Silva.

Tem doutorado e pós-doutorado em Letras. Já foi violoncelista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Tem livros publicados em Portugal (O pintor de retratos e A margem imóvel do rio), Espanha (Concierto campestre) e França (L´homme amoureux e Bréviaire des terres du Brésil), e participou de antologias no Canadá, nos Estados Unidos da América e na Alemanha.

Participou do programa Distinguished Brazilian Writer in Residence, da Berkeley University. Foi conferencista na Brown University, na Universidade dos Açores e nas universidades de Tübingen e Leipzig.

Obras de ficção 1976 - Um quarto de légua em quadro 1978 - A prole do corvo 1981 - Bacia das almas 1982 - Manhã transfigurada 1985 - As virtudes da casa 1986 - O homem amoroso 1987 - Cães da província 1990 - Videiras de cristal 1992 - Perversas famílias 1993 - Pedra da memória 1994 - Os senhores do século 1997 - Concerto campestre 1997 - Anais da Província-Boi 1997 - Breviário das terras do Brasil 2001 - O pintor de retratos 2003 - A margem imóvel do rio 2006 - Música perdida 2012 - Figura na sombra 2016 - O inverno e depois 2023 - Leopold Obras de não-ficção 2008 - Ensaios íntimos e imperfeitos 2019 - Escrever ficção Organização de obras coletivas 2014 - Melhor não abrir essa gaveta 2018 - Caleidoscópio

Premiações mais relevantes Entre outros, recebeu os seguintes prêmios: Prêmio Literário Nacional, do Instituto Nacional do Livro (1987), por Cães da Província; Prêmio Erico Verissmo (1987) pelo conjunto de sua obra; Prêmio Literário Machado de Assis, da Biblioteca Nacional (2001), por O pintor de retratos; Prêmio Jabuti (2003), por A margem imóvel do rio. Menção; Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira (2004), por A margem imóvel do rio. O único romance entre os três vencedores.

Adaptações para o cinema Vários de seus livros foram levados ao cinema: Concerto campestre, com o mesmo título; Videiras de cristal, com o título de A paixão de Jacobina Um quarto de légua em quadro, com o título de Diário de um novo mundo. Manhã Transfigurada, com o mesmo título.

Ligações externas Página pessoal de Assis Brasil

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