Girl é um filme de drama belga dirigido por Lukas Dhont. Escrito por Dhont e Angelo Tijssens, foi exibido na mostra paralela Un certain regard no Festival de Cannes 2018. No festival, foi premiado com o Caméra d'Or, bem como pelo Queer Palm. No Cannes, Victor Polster venceu a categoria de Melhor Performance no júri da mostra Un certain regard. O filme foi selecionado como a participação belga em Melhor Filme Estrangeiro no Óscar 2019. Em 20 de outubro, no Festival de Cinema de Londres, Girl foi premiado com o Troféu Sutherland na categoria de Best First Feature.
Enredo Lara, uma garota transgênero de 15 anos, estuda numa prestigiosa academia de dança da Bélgica. O rigor para o treinamento como bailarina tornam-se mais complicados assim que deseja realizar uma cirurgia de redesignação sexual.
Elenco Victor Polster como Lara Arieh Worthalter como Mathias Oliver Bodart como Milo Tijmen Govaerts como Lewis Katelijne Damen como Dr. Naert, médica Valentijn Dhaenens como Dr. Pascal, psiquiatra Magali Elali como Christine Alice de Broqueville como Lois Alain Honorez como Alain
Produção O filme foi inspirado na história real de uma pessoa transexual belga que, neste ínterim, se tornou uma dançarina profissional de sucesso. Originalmente, o papel foi oferecido pela diretora à dançarina para atuar em um documentário sobre sua própria vida, mas ela recusou porque queria uma vida normal e sem exposição pública durante a juventude.
Recepção crítica No Metacritic, o filme conta com uma nota de 79 de 100 pontos, baseada em 9 críticas que indicam análises favoráveis. Peter Debruge, da revista Variety, escreveu: "Para Lara, a dança é mais importante do que o namoro. Como tal, o filme relativamente modesto de Dhont consegue abranger ambos os temas, "Billy Elliot" e "Tomboy", e merece reconhecimento semelhante." Numa avaliação para a revista cinematográfica Screen Daily, Wendy Ide escreveu: "O que é crucial para o sucesso do filme, no entanto, é o fato de que, apesar de sua franqueza sobre a dor de Lara, o filme se recusa a renunciar a uma nota de esperança." Boyd van Hoeij, do The Hollywood Reporter, escreveu: "Este intrigante longa-metragem de estreia do diretor Lukas Dhont, numa mistura natural de francês e holandês, parece fantástico, sem receio de abordar uma série de assuntos complicados e de apresentar uma atação de dançarino e atuação de Victor Polster."
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