João Bosco da Costa (Itabaiana, 28 de setembro de 1950) é um administrador e político brasileiro.

Política Em 2018 foi eleito deputado federal por Sergipe.

Em 7 de fevereiro de 2025, o blog do portal G1 revelou que as conversas obtidas pela Polícia Federal do Brasil mostram como funcionava o suposto esquema de venda de emendas parlamentares indicadas pelos deputados do Partido Liberal, Josimar Maranhãozinho e Pastor Gildenemyr, e pelo suplente Bosco Costa ao município de São José de Ribamar, Maranhão. Em 28 de fevereiro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar os deputados do PL, Josimar Maranhãozinho, Pastor Gildenemyr e Bosco Costa, denunciados por supostos desvios de dinheiro de emendas parlamentares. Em 11 de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade tornar réus os deputados federais Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil e o suplente Bosco Costa, ambos do Partido Liberal (PL) pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa. Em novembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao STF a condenação dos três deputados por organização criminosa e corrupção passiva.

Em 17 de março de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, condenou por corrupção passiva os deputados do Partido Liberal Josimar Maranhãozinho a 6 anos e 5 meses de prisão em regime semiaberto e 300 dias-multa, e Pastor Gildenemyr a 5 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto e 100 dias-multa, o suplente João Bosco a 5 anos de prisão em regime semiaberto e 100 dias-multa. A Primeira Turma também condenou outros quatro acusados de desvio de emendas parlamentares.

Categoria:Deputados federais do Brasil por Sergipe Categoria:Naturais de Itabaiana (Sergipe) Categoria:Membros do Partido Democrático Trabalhista de Sergipe Categoria:Membros do Partido Republicano da Ordem Social de Sergipe Categoria:Membros do Partido da Social Democracia Brasileira de Sergipe Categoria:Membros do Partido Liberal (2006) de Sergipe