Moscow Nights é um filme britânico de drama de 1935 dirigido por Anthony Asquith e com a participação de Laurence Olivier, Penelope Dudley-Ward e Harry Baur. A história gira à volta de um oficial do exército russo que se apaixona pela sua enfermeira.

Sinopse O jovem capitão Ivan Ignatoff (Laurence Olivier), enquanto recupera dos seus ferimentos de uma batalha da I Guerra Mundial, apaixona-se pela enfermeira Natasha (Dudley-Ward); no entanto a familia desta combinou o seu casamento com o rico negociante Peter Briokov (Harry Bauer). Entretanto, Ignatoff é acusado de espionagem e depende do testemunho do seu rival Briokov para provar a sua inocência; no julgamento, Briokov hesita na resposta, mas depois de visualizar mentalmente Ignatoff a ser executado, testemunha a seu favor, salvando-o.

Elenco Harry Baur ... Brioukov Penelope Dudley-Ward ... Natasha Laurence Olivier ... Capitão Ignatoff Athene Seyler ... Madame Sabline Lilian Braithwaite ... Condessa Morton Selten ... Kovrin Sam Livesey ... Fedor Robert Cochran ... Polonsky Hay Petrie ... Espião Walter Hudd ... Médico Kate Cutler ... Madame Kovrin C.M. Hallard ... Presidente do Tribunal Marcial Charles Carson ... Advogado de defesa Edmund Willard ... Advogado de acusação Morland Graham ... Criado de Bioukov

Produção O filme, feito como um orçamento de £ 60.000, é uma remake do filme francês Les Nuits de Moscow, de 1934, com base numa novela não-publicada de Pierre Benoît. Alexander Korda adquiriu o filme para o adaptar e também contratou o seu ator principal, Hary Baur, e o realizador, Alexis Granowsky (para ser produtor da versão britânica). Olivier e Dudley-Ward estavam em princípio de carreira e tinham sido recentemente contratados para a companhia de Korda, a London Films Prpduction. No entanto, na versão final o filme foi distribuído sem fazer referência a Korda no genérico, indicado apenas Granowsky como produtor.

Crítica Escrevendo para The Spectator em 1935, Graham Greene chamou o filme de "completamente fraudulento" e "o pior, tal como o mais badalado, filme do ano". Asquith e Dudley-Ward foram partocularmente criticados, com Greene descrevendo a direção de Asquith como "pueril" e a interpretação de Dudley-Ward como "charadas de casa de campo". Embora Greene tenha elogiado a atuação das outras estrelas do filme, e notado que os anteriores trabalhos de Asquith eram caracterizadas pelo recurso a "truques", comentou que "agora o saco de truques [de Asquith] pareceu vazio". (republicado em: )

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