Francisco Borges de Barros (Santo Amaro (Bahia), 22 de março de 1882 — Salvador, 14 de fevereiro de 1935) foi um historiador, advogado, escritor e funcionário público brasileiro, imortal da cadeira número 7 da Academia de Letras da Bahia, presidente do Arquivo Público do Estado da Bahia, fundador e primeiro Grão Mestre da Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB)

Athayde (ed.), 1997, pp. 9.

Biografia

Filho do Coronel Antônio Joaquim Borges de Barros e de dona Maria Josephina Borges de Barros, descendência paterna do Visconde da Pedra Branca e materna do Visconde dos Farias. Era casado com Flávia Borges de Barros, e com esta tiveram uma única filha .

Advogado por formação exerceu diversos cargos. Foi diretor do Arquivo Público , onde teve a oportunidade de escrever vários livros e artigos em revistas, sobre assuntos históricos. Foi presidente da Associação dos Funcionários e secretário no governo de José Joaquim Seabra .

Ocupou a cadeira nº 7 da Academia de Letras da Bahia, cujo patrono era José da Silva Lisboa (visconde de Cairu) . Primeiro Grão-Mestre da Grande Loja Simbólica da Bahia, aclamada em sessão de 22 de maio de 1927

O historiador Francisco Borges de Barros foi um dos principais idealizadores do Museu de Arte da Bahia e foi nomeado seu primeiro diretor, permanecendo à frente da instituição até 1930, período em que acumulou também o cargo de diretor do Arquivo Público.Athayde (ed.), 1997, pp. 9.

Morreu em Salvador em 14 de fevereiro de 1935. . A Loja Maçônica Francisco Borges de Barros nº 137 de Pesquisas e Estudos Maçônicos da GLEB é assim denominada em sua homenagem.

Bibliografia

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