direita|miniaturadaimagem| Gogmagog. Ele e Corineus eram um par de figuras expostas no Guildhall, em Londres, esculpidas pelo Capitão Richard Saunders em 1709. Gogmagog (também conhecido como Goemagot, Goemagog, Goëmagot e Gogmagoc) foi um gigante lendário na mitologia galesa e na mitologia inglesa. De acordo com a História dos reis da Bretanha, de Gedofredo de Monmouth, ele era um dos gigantes que habitavam Albião. Ele foi o último dos gigantes encontrados por Brutus e seus homens em Albião, tendo sido jogado de um penhasco durante uma batalha contra Corineu, o companheiro de Bruto de Troia.
As estátuas de Gogmagog e Crineus eram usadas em cerimônias inglesas e, posteriormente, foram instituídas como estátuas guardiães no Guildhall, em Londres, onde foram batizadas de "Gog e Magog".
Etimologia O nome "Gogmagog" é comumente derivado dos personagens bíblicos Gog e Magog, no entanto, Peter Roberts, autor de uma tradução inglesa publicada em 1811 da crônica galesa Brut Tysilio, argumentou que era uma corruptela de Cawr-Madog, também conhecido como "o gigante" ou "grande guerreiro Madog", apoiado pela grafia do nome de Ponticus Virunnius como .
Godofredo de Monmouth Na lenda da fundação da Grã-Bretanha escrita por Geoffrey de Monmouth (1136), cita que a ilha de Albião já foi habitada por gigantes, contudo, seus números diminuíram gradativamente, restando poucos no periodo em que a historia se passa. Gogmagog foi um desses últimos gigantes, e foi morto por Corineu (um membro dos colonizadores troianos liderados por Bruto), onde posteriormente, recebeu um pedaço de terra que foi chamado de "Cornualha" em sua homenagem.
A lenda detalha o encontro da seguinte forma:
O arcebispo Michael Joseph Curley sugere que Godofredo de Monmouth pode ter sido inspirado pelo gigante Anteu na Farsália de Lucano, que foi derrotado por Hércules em uma luta, por ter sido levantando da terra, que lhe fornecia sua força.
Versões posteriores O combate de Gogmagog com Corineus, de acordo com Geoffrey, foi repetido no Brut anglo-normando, de Wace, e no Brut em inglês médio, de Layamon. Como o trabalho de Geoffrey foi considerado um fato até o final do século XVII, a história continuou a aparecer na maioria das primeiras histórias da Grã-Bretanha, onde alguns expandiram a História, como o Architrenius de João de Hauville (), que descreve Gogmagog como "a altura imponente dos doze côvados de Gemagog, precipitando-se sobre eles, foi suficiente para aterrorizar os troianos, até que ele foi derrubado pelos membros fortes de Corineu", e continua dizendo:
O conto dos ancestrais de Gogmagog foi composto no final do século XIV, e ficou conhecida como a "história de Albina" (ou Des Grantz Geanz), onde afirmava que Gogmagog era um gigante descendente de Albina e suas irmãs, trinta filhas do rei da Grécia exiladas na terra que mais tarde seria conhecida como "Albion". Esta história foi adicionada como um prólogo para versões posteriores de Brut.
De acordo com a versão em prosa em inglês médio do Brut, conhecida como Crônicas da Inglaterra, Albina era filha do rei sírio chamado Diodicias, de quem Gogmagog e Laugherigan e os outros gigantes de Albion descendem. Esses gigantes viveram em cavernas e colinas até serem conquistados pelo grupo de Brutus que chegou em "Tottenesse" (Totnes, Devon).
Poly-Olbion, de Michael Drayton, também preserva a história:
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