Hypothenemus hampei, comummente conhecido como broca-do-café, é uma espécie de insecto coleóptero, da família dos curculionídeos, cujas larvas se alimentam das sementes do cafeeiro.
Nomes comuns Além do nome comum «broca-do-café», que é usado em toda a lusofonia, esta espécie dá ainda pelos seguintes nomes regionais no Brasil: broca-da-cereja-do-café, broca-paulista, caruncho-da-cereja-do-café e caruncho-do-café.
Descrição Os insectos desta espécie perfuram os frutos do cafeeiro, onde depositam os ovos; ao eclodirem, as larvas alimentam-se das sementes do café, destruindo-as completamente ou danificando-as.
Daí que esta espécie seja considerada uma praga.
Origens É originário da África e espalhou-se por quase todas as regiões produtoras de café (inclusive o Brasil).
Combate O combate à broca-do-café é feito pela pulverização de inseticidas (controlo químico) e coleta dos frutos de café remanescentes nas plantas após a colheita (controlo cultural).
Ada Rogato foi pioneira em voos de fumigação no combate à broca-do-café, no Brasil.
Em 1929, Adolph Hempel introduziu a espécie Prorops nasuta, comummente conhecida como vespa-de-Uganda, no Brasil para controlar a broca-do-café.
Categoria:Besouros da África Categoria:Hypothenemus Categoria:Coleópteros descritos em 1867 Categoria:Besouros do Brasil