Augusto Weguelin Nogueira Paranaguá, também conhecido como Augusto Nogueira Paranaguá ou Augusto Paranaguá (Rio de Janeiro, 29 de novembro de 1899 – Corrente, 14 de novembro de 1987) foi um agrônomo e político brasileiro, outrora deputado estadual pelo Piauí.BASTOS, Cláudio de Albuquerque. Dicionário Histórico e Geográfico do Estado do Piauí. Teresina; Fundação Cultural Monsenhor Chaves, 1994. SANTOS, José Lopes dos. Política e Políticos: eleições 86. Teresina, Gráfica Mendes, 1988. v. I.
Dados biográficos miniaturadaimagem|Dr. Augusto Weguelin Nogueira Paranaguá Filho de Joaquim Nogueira Paranaguá e Emma Riedel Weguelin.PARANAGUÁ, Nogueira (2019). Do Rio de Janeiro ao Piauí pelo interior do país: impressões de viagem. Brasília: Senado Federal. 164 páginas. Assumiu como prefeito de Corrente em 1926, cargo ao qual retornou em 1936, mantendo-o até o final do Estado Novo em 1945.BASTOS, 1994, p. 149 Eleito deputado estadual pelo PSD em 1947, ficou na terceira suplência em 1950, assumindo a chefia do Departamento de Agricultura no governo Pedro Freitas.Na época, o Departamento de Saúde Pública era subordinado à Secretaria Geral do Estado. Em 5 de dezembro de 1962, o governador Tibério Nunes assinou a Lei n.º 2.350 criando a Secretaria de Educação e Saúde, enquanto o governador Helvídio Nunes criou a Secretaria de Saúde em 31 de outubro de 1966, através da Lei n.º 2.741.
Em 1954 o Tribunal Regional Eleitoral atestou a eleição de Augusto Paranaguá e Raimundo Ribeiro, mas a realização de eleições suplementares fizeram-nos perder as vagas para Caio Damasceno e Djalma Veloso. Todavia, a posse de Alcides Nunes como conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí em 1957, garantiu o retorno de Augusto Paranaguá ao legislativo, embora não tenha vencido as eleições seguintes para a Assembleia Legislativa do Piauí, e perdeu também como candidato a suplente de senador na chapa de Waldemar Santos, via PTB em 1962.A legislação vigente entre o fim do Estado Novo e o início do Regime Militar de 1964 permitia aos políticos disputar mais de um cargo eletivo no mesmo pleito. Foi conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí e depois secretário de Agricultura no governo João Clímaco d'Almeida.
Seu pai foi governador do Piauí, estado que representou no Congresso Nacional como deputado federal e senador nos primeiros anos da República.
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