Manuel Jorge Marmelo, nado no Porto o 22 de maio de 1971, é un xornalista e escritor portugués.
Traxectoria Traballou na prensa desde 1989 no diario Público. Estreouse nas letras en 1996 co libro O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual, sendo convidado, ese mesmo ano, a participar na colectánea A cidade sonhada, a par dalgúns dos máis reputados escritores, poetas e artistas do Porto. Colaborou co suplemento cultural Babelia.
Desde xullo de 2001 o seu nome consta no Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o máis novo dos nomes biografados.
Obra
Novela
O homem que julgou morrer de amor / O caso virtual (1996). Campo das Letras. Novela e teatro. Portugués, guapo y matador (1997). Campo das Letras. Nome de tango (1998). Campo das Letras. As mulheres deviam vir com livro de instruções (1999). Campo das Letras. Editado tamén en español: Las mujeres deberían llevar libro de instrucciones (2005) O amor é para os parvos (2000). En 2011, Quetzal Editores. Sertão dourado (2001). Campo das Letras. Os fantasmas de Pessoa (2004). Edições Asa. Os Olhos do homem que chorava no rio (2005). Editorial Caminho. Con Ana Paula Tavares Aonde o Vento me Levar (2007). Campo das Letras. O Profundo Silêncio das Manhãs de Domingo (2007). Quasi Edições. As Sereias do Mindelo (2008). Quetzal Editores. Uma Mentira Mil Vezes Repetida (2011). Quetzal Editores. Somos todos um Bocado Ciganos (2012). Quetzal Editores. O Tempo Morto é Um Bom Lugar (2014). Quetzal Editores. A Guerra Nunca Acaba (2014). Glaciar. Macaco Infinito (2016). Quetzal Editores.
Contos
Oito cidades e uma carta de amor (2003). Campo das Letras. Contos e fotos O Silêncio de um homem só (2004). Campo das Letras. Figura no libro Best European Fiction 2015, da Dalkey Archive Press. Zero à esquerda (2013). Edición do autor.
Poesía
Infância é a Vida Toda (2014). Texto Sentido. poesia
Infantil
A menina gigante (2003). Campo das Letras. Escrito coa súa filla. O Peixe Baltazar (2005). Quasi Edições. l Zé do Saco, o Contrabandista (2007). Campo das Letras. A Cabra Emigrante (2008). Edições Gailivro. Uma Família Inglesa de Júlio Diniz (2008). Quasi Edições. Adaptado para os máis novos por Manuel Jorge Marmelo.
Outros
Palácio de cristal, jardim-paraíso (2000). Câmara Municipal do Porto. (álbum) Paixões & embirrações (2002). Campo das Letras. (crónicas) Porto: Orgulho e Renascimento (2006). Campo das Letras. Porto (2006). Editora Alhena.
Antoloxías nas que participou
Porto. Ficção. Edição Asa. Putas – Antologia do Novo Conto Português e Brasileiro. Edição Quasi Porto, Fragment de Vie. L’Escampette Doze Contos com Livros Dentro. Edição Campo das Letras. Suplemento Literário de Minas Gerais. Brasil. Bestiário. Brasil. Magazine Artes Imagem Passa Palavra. Edição Cooperativa Gesto.
Premios
1994: Premio de xornalismo da Lufthansa 1996: Mención honrosa dos Premios Gazeta de Xornalismo do Club de Xornalismo/ Press Club. 2004: Grande Premio de Conto Camilo Castelo Branco, por O Silêncio de um homem só. 2014: Premio Casino da Póvoa Correntes d'Escritas 2014, por Uma Mentira Mil Vezes Repetida.
Notas
Categoría:Nados no Porto Categoría:Xornalistas de Portugal Categoría:Escritores de Portugal Categoría:Nados en 1971 Categoría:Escritores en lingua portuguesa